As exportações de café arábica lavado da América Latina cresceram 5% nos 11 primeiros meses da safra 2011/12, que se estende de outubro a setembro, para 25,98 milhões de sacas de 60 quilos, anunciou nesta semana a Associação de Café da Guatemala (Anacafe).
O grupo regional exclui o Brasil, que produz arábica natural, ao invés de lavado. A associação inclui Colômbia, México, Peru, República Dominicana e países da América Central.
Honduras liderou o avanço das vendas externas no acumulado da safra 2011/12. O país ampliou em 40% os embarques em relação ao mesmo período do ano comercial anterior, para 5,35 milhões de sacas, graças a uma colheita volumosa. O México registrou um salto de 23% das exportações de café como resultado de uma produção maior.
As exportações de café da Costa Rica aumentaram 16% na mesma base de comparação. As da Guatemala subiram 2%. Já as vendas externas do Peru tiveram crescimento de 12%, enquanto as da República Dominicana avançaram 14%.
O aumento das exportações nesses países contrabalançou uma queda acentuada dos embarques da Colômbia, maior produtor de arábica lavado. As exportações colombianas diminuíram 11% no acumulado da safra, para 6,79 milhões de sacas, em função do clima desfavorável e de doenças que prejudicaram as plantas.
Em El Salvador, as vendas externas acumulam queda de 40% por conta do ciclo fraco e de problemas ligados ao clima. As exportações da Nicarágua ficaram estáveis.
As informações são da Dow Jones e da Agência Estado, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
América Latina: exportação de arábica lavado sobe 5% no acumulado de 2011/12
Honduras liderou o avanço das vendas externas, seguido de México e Costa Rica. Brasil, que produz arábica natural em larga escala, não foi incluído no grupo.
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