Abic e Secretaria de Agricultura devem unir programas

A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a diretoria da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) assinaram no dia 8 deste mês um protocolo de intenções que amplia a abrangência dos programas de qualidade de ambas: o selo de qualidade Produto de São Paulo e o Programa de Qualidade do Café (PQC), respectivamente. Segundo o presidente da Câmara Setorial e diretor-executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, o objetivo é reunir as empresas num único programa. "Quem ganha é o consumidor, que vai ter mais café de qualidade", disse.

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A Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e a diretoria da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) assinaram no dia 8 deste mês um protocolo de intenções que amplia a abrangência dos programas de qualidade de ambas: o selo de qualidade Produto de São Paulo e o Programa de Qualidade do Café (PQC), respectivamente.

Segundo o presidente da Câmara Setorial e diretor-executivo da Abic, Nathan Herszkowicz, o objetivo é reunir as empresas num único programa. "Quem ganha é o consumidor, que vai ter mais café de qualidade", disse.

Outro desafio da Câmara Setorial é atender ao desejo das lideranças regionais de promover a demarcação geográfica e o reconhecimento das áreas produtoras. "É uma coisa que nós não podemos deixar de lado. Nós temos que fazer. Mas é um trabalho técnico e mercadológico extremamente complicado, complexo, que vai exigir um trabalho muito grande de todos que se interessam pelo assunto", explicou.

Nathan defendeu que a demarcação geográfica seja feita a partir de um trabalho com base técnica e reconhecimento das diferentes regiões estabelecendo-se todas as características geográficas, altitude, latitude, condição climática, banco de dados de regime hídrico e caracterização do microclima de forma geral. "Os técnicos da secretaria podem ajudar bastante no sentido de trabalhar esse aspecto técnico amplo. E o setor produtivo pode ajudar fazendo a caracterização sensorial dos cafés de cada região", disse.

Ele destacou ainda a criação da norma técnica para o café torrado e moído por parte da Secretaria de Agricultura em 2002, referência para a futura norma técnica de qualidade do café que o Ministério da Agricultura deverá editar.

As informações são do Instituto de Economia Agrícola.
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Francisco Sérgio Lange
FRANCISCO SÉRGIO LANGE

DIVINOLÂNDIA - SÃO PAULO

EM 18/11/2007

Sem a menor dúvida Sr. Nathan, a demarcação geográfica é hoje uma de nossas mais importante reivindicações. Com o auxilio da Secretária, disponibilizando o seu corpo técnico este processo ganhará força e credibilidade junto aos produtores e agilidade. Aqui em Divinolândia estamos ansiosos para que este processo se inicie o mais rápido possível. Nos colocamos à inteira disposição e estamos prontos a colaborar para que o café de São Paulo tenha o seu justo reconhecimento.