Giro de Notícias

02/08/2012

Frente fria deve alcançar áreas produtoras de café depois do dia 12/08

O tempo deve permanecer aberto e ensolarado durante os próximos 10 dias, permitindo que a colheita de café prossiga sem maiores transtornos nas principais regiões produtoras do País. A avaliação é da Somar Meteorologia. Uma nova frente fria deverá chegar às regiões cafeeiras após o dia 12 de agosto. "O tempo ficará fechado e chuvoso, atrapalhando a colheita e secagem dos grãos de café", informa o agrometeorologista da Somar, Marco Antonio dos Santos.

31/07/2012

Governo de Minas cria fundo para desenvolver cafeicultura do Estado

Num período de três anos, o Fecafé deverá disponibilizar R$ 100 milhões, com recursos do Tesouro Estadual. Também haverá contribuição financeira do setor produtivo para assegurar a manutenção do fundo. O Fecafé será administrado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Existe também um grupo coordenador do fundo formado por 15 representantes da sociedade civil, da Assembleia Legislativa e do governo de Minas Gerais.

31/07/2012

Embrapa desenvolve primeira cultivar de café

A cultivar de café Conilon BRS Ouro Preto (Coffea canephora Pierre ex Froehner) é a primeira desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Mapa, sendo resultado de estudo conduzido pela Embrapa Rondônia (Porto Velho-RO), instituição participante do Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café (Brasília-DF).

27/07/2012

Impacto da certificação Fairtrade na indústria de café da Etiópia

Considerada como o local de origem do café, a Etiópia está tentando se tornar um importante player no mercado, após décadas sendo bastante ignorada pela indústria global de café. A agroecologia variável da Etiópia significa que o país está bem posicionado para fornecer blends especiais certificados que são cada vez mais demandados pelos mercados mundiais, como café das montanhas, café das florestas ou até mesmo café naturalmente descafeinado, de acordo com Kassu Kebede, que trabalhou por 27 anos no departamento de café do Ministério de Agricultura.