4C visita unidades para aperfeiçoar sistema produtivo

O Código Comum para Comunidade Cafeeira, conhecido pela sigla 4C, é uma parceria internacional que visa excluir práticas inaceitáveis ao mesmo tempo em que incentiva a melhoria contínua de boas práticas agrícolas. Representante do 4C no Brasil, o engenheiro agrônomo Luis Flávio Nascimento de Andrade está visitando unidades 4C em Minas Gerais, como parte de um projeto para o monitoramento de impactos da adoção do Código 4C e para a construção de diretrizes para futuras atividades.

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O Código Comum para Comunidade Cafeeira, conhecido pela sigla 4C, é uma parceria internacional que visa excluir práticas inaceitáveis ao mesmo tempo em que incentiva a melhoria contínua de boas práticas agrícolas. Trata-se de um sistema de verificação que atende a critérios mínimos voltados à sustentabilidade nas dimensões social, ambiental e econômica. Do ponto de vista estratégico, visa também garantir a oferta do produto e o atendimento da demanda por produtos com o enfoque em fatores sócio-ambientais do processo produtivo.

Representante do 4C no Brasil, o engenheiro agrônomo Luis Flávio Nascimento de Andrade está visitando unidades 4C em Minas Gerais, como parte de um projeto para o monitoramento de impactos da adoção do Código 4C e para a construção de diretrizes para futuras atividades. Em visita ao Sul de Minas, Andrade visitou o Polo de Excelência do Café (PEC/Café) para conhecer as propostas e ações do PEC/Café focado em inovações para o setor cafeeiro.

A missão do PEC/Café de integrar competências para o fortalecimento do café mineiro coaduna com os princípios propostos pela Associação 4C. De acordo com Andrade, o programa foca o mercado "mainstream" de café, estabelecendo um código orientador de conduta rumo a uma cafeicultura mais sustentável e transparente. Trata-se de uma plataforma que serve de apoio para cafeicultores que procuram se inserir em um mercado cada dia mais exigente, resultando no aperfeiçoamento do sistema produtivo e em ganhos para toda a sociedade.

A avaliação dos impactos da adoção do Código pretende identificar os principais indicadores de sustentabilidade econômica, social e ambiental. Espera-se que o modelo contribua para diagnosticar a situação dos cafés produzidos no Brasil, oferecendo subsídios que favoreçam a implantação ou reformulação de políticas públicas, ações para o direcionamento da Associação 4C e o aperfeiçoamento do próprio Código.

As informações são do Polo de Excelência do Café, resumidas e adaptadas pela equipe CaféPoint.
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