Sacaria da Castanhal recebe certificação

Os produtos de juta da Companhia Têxtil de Castanhal, principal fornecedora de sacaria para o café brasileiro, com a sede na cidade de Castanhal, no Pará, acabam de receber o Certificado Internacional atestando que os produtos produzidos pela empresa são permitidos para uso na produção agrícola orgânica e tratamento pós-colheita, de acordo com os requerimentos e normas da União Européia, USDA, dos EUA, e da JAS - Japanese Agricultural Standard for Organic Agricultural Products, do Japão.

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Os produtos de juta da Companhia Têxtil de Castanhal, principal fornecedora de sacaria para o café brasileiro, com a sede na cidade de Castanhal, no Pará, acabam de receber o Certificado Internacional atestando que os produtos produzidos pela empresa são permitidos para uso na produção agrícola orgânica e tratamento pós-colheita, de acordo com os requerimentos e normas da União Européia, USDA, dos EUA, e da JAS - Japanese Agricultural Standard for Organic Agricultural Products, do Japão.

O certificado foi concedido por uma das principais certificadoras mundiais, a alemã BCS Öko-Garantie, que realiza certificação de produção para organizações como EurepGAP (Boas Práticas Agrícolas) para os programas de café Utz Kapeh e o programa Café Amigo dos Pássaros (Bird Friendly Coffee), entre outras.

A certificação atesta que a sacaria de juta para café produzida pela Castanhal foi totalmente produzida de acordo com as normas técnicas exigidas pela União Européia, Estados Unidos e Japão para ser utilizada como embalagem para produtos orgânicos.

A juta no Brasil

A juta é uma planta de fibra têxtil vegetal da família das tiláceas e a fibra é obtida principalmente das espécies de Corchorus, que são plantas anuais, herbáceas, cultivadas em larga escala na Índia e em Bangladesh (antigo Paquistão Oriental).

A história do cultivo de juta na Amazônia começa em 1930, com a chegada de uma missão japonesa, chefiada por Tsukasa Oyetsuka. Esta missão veio ao Brasil por ordem do Governo Japonês, que havia assinado com o Governo do Amazonas, em 1927, um contrato de concessão de 1 milhão de hectares de terra.
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