Bom humor nos mercados globais
"No caso do café o dia foi previsível já que tenho a convicção de que o ativo é uma das melhores apostas para 2016", afirma consultor.
"No caso do café o dia foi previsível já que tenho a convicção de que o ativo é uma das melhores apostas para 2016", afirma consultor.
Níveis do café em Nova Iorque na posição março deverão buscar se acomodar orbitando o nível de 120.00 cts/lb, acredita consultor.
Dia construtivo ocorre no setor cafeeiro, que terminou os trabalhos com as suas operações no âmbito positivo, pontua o consultor Marcus Magalhães.
Enquanto mercados globais têm dias lentos e marcados pelo campo negativo, no caso do café o dia foi interessante.
Envolvidos se mantém a espera do relatório dos traders a ser conhecido no final dos trabalhos, aponta consultor.
Ao contrário das volatilidades vistas nos mercados globais, o negócio café teve uma quinta-feira (28/1) mais atrativa.
Dia de lentidão nos mercados globais mas, em compensação, positivo para o negócio café, avaliou o consultor da Maros Corretora.
"Continuo de opinião que o café é um dos bons ativos para 2016", afirma Marcus Magalhães, da Maros Corretora.
Já no negócio do café os negócios seguem travados no mercado interno, aponta o consultor Marcus Magalhães.
Para o café o dia foi mais tranquilo, aponta o consultor Marcus Magalhães.
Os negócios do café acompanharam o movimento, em um dia mais lento, aponta o consultor Marcus Magalhães.
A quarta-feira nos mercados globais foi mais tranquila e marcada por operações de ajustes, avalia Marcus Magalhães.
Segundo consultor Marcus Magalhães, o movimento foi visto sem resistências de qualquer parte.
Chuvas no cinturão produtivo do sudeste do Brasil, dólar em forte alta e a continuidade do mau humor externo dão rumo ao café, aponta consultor.
O dia nos mercados globais foi tranquilo e marcado por sadias oscilações na maioria dos ativos negociados, aponta consultor.
"Dia foi até certo ponto surpreendente e mercado financeiro no Brasil operou de forma positiva", comenta analista.
O dia nos mercados foi lento e marcado por curtas oscilações na maioria dos ativos negociados, comenta analista.
Setor produtivo não aparece ofertando suas colheitas e assim, deixa as praças de comercialização testando novos limites, afirma consultor.
Já no Brasil, a perplexidade foi geral frente às recentes notícias políticas, aponta o analista Marcus Magalhães.
"Investidores, ao que parece, estão pressentindo que ?bons ventos? poderão atingir as cotações externas", pontua consultor.
Tecnicamente os fechamentos tanto em Nova Iorque quanto em Londres, foram construtivos, aponta consultor.
"O terminal de Nova Iorque operou em leve alta em correção ao grosseiro e desnecessário tombo verificado na última terça-feira (10/11)", aponta consultor.
"Mas fica a pergunta no ar: Será que a queda do dólar tem sustentação?", questiona consultor.
Na análise de Marcus Magalhães, setor produtivo está muito mais preocupado com as chuvas e, desta forma, mercado interno segue parado.