A Associação Brasileira de Café Arábica - ABCA, movida a um ideal de superação frente a inúmeros problemas e desafios, com que passavam os cafeicultores, através de sua atividade produtiva, fora criada em nov/2003. Porém, sua criação não se traduziu em ações, pois à época a representatividade da classe, bem como os cafeicultores, em sua maioria, acreditava em outras ações, que poderiam ser solucionadoras, e que infelizmente não ocorreram.
Seis anos se passaram; as soluções não surgiram e os problemas se potencializaram. Atualmente, a ABCA surge em processo de revitalização, tendo em seu fundamento as mesmas propostas, algumas concretizadas, como a rotulação das embalagens de café industrializados no Estado do Paraná e com acórdão pelo Supremo Tribunal Federal - STF -, em que a ABIC entrou contra tal medida e perdeu também nesta instância máxima; outras adaptadas ao atual cenário internacional e nacional, no sentido de que as condições de sobrevivência e competitividade se façam criar e estabelecer, provocando o necessário benefício ao produtor, bem como ao consumidor final.
Nesta fase de revitalização, após o grande e desnecessário desgaste financeiro e econômico da cafeicultura de Arábica brasileira, provocado pela falta de apresentação de propostas estratégicas consistentes, através de sua representatividade e não aceitação à época pelas propostas apresentadas pela ABCA, esta se apresenta, não no sentido de pedir favores ou benesses, como se estivesse a implorar, mas ao contrário, se posiciona firme sob os aspectos de união, agregação de valores e principalmente sob princípios éticos e morais, norteados por um consistente conjunto de propostas estratégicas.
Estas, certamente, após seu inicio de ações, provocarão o ordenamento necessário, para que a atividade produtiva encontre seu reequilíbrio econômico e financeiro, provocando benefícios diretos e até mesmo imediatos aos produtores. Através das ações propostas, algumas de aplicação direta e independente pela linha de produção, interligadas ou não, outras em parceria com o governo, os produtores serão recompensados pela eficiência a longo tempo esperada.
Assim, a ABCA reitera a posição pelas propostas e soluções, esperando a adesão dos produtores, cooperativas , associações e sindicatos, ao que efetivamente se tornará na união necessária pela cafeicultura de Arábica, bem como esclarecendo aos produtores de Robustas/Conilon estar solidária em sua também manutenção de eficiência econômica e financeira, porém, com a necessária separação entre estas distintas atividades, a qual por competitividade e corrida pela eficiência provocará ganhos a ambas, bem como aos consumidores.
A condição de independência, sobrevida e competitividade fora proposta, restando agora o efetivo apoio à oportunidade lançada.
"O maior erro é a pressa antes do tempo e a lentidão ante a oportunidade." Provérbio Árabe
A oportunidade
A Associação Brasileira de Café Arábica (ABCA) reitera a posição pelas propostas e soluções, esperando a adesão dos produtores, cooperativas, associações e sindicatos, ao que efetivamente se tornará na união necessária pela cafeicultura de Arábica, bem como esclarecendo aos produtores de Conilon estar solidária em sua também manutenção de eficiência econômica e financeira, porém com a necessária separação entre estas atividades.
Publicado por: Jose Eduardo Reis Leão Teixeira
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Jose Eduardo Reis Leão Teixeira
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