Segundo a Hydra Irrigações, boa parte dos cafeicultores suspende as práticas de irrigação e nutrição na colheita, esquecendo-se que a etapa fenológica seguinte é a floração. Com isso, as plantas entram nessa fase com grandes déficits nutricionais.
Com a ajuda das soluções de irrigação inteligente e a adoção do protocolo apropriado, é possível garantir a colheita e aumentar a produtividade. "Muitos não sabem que uma das etapas mais importantes no cultivo do café é a sua floração. Esse período é responsável por definir o potencial produtivo do cafezal e, por isso, é fundamental estar atento às condições nutricionais das plantas e adicionar os nutrientes necessários para que ocorra um florescimento adequado. Deve-se também optar por técnicas efetivas, como o uso do processo de irrigação correto e bem orientado”, declara o engenheiro agrônomo Elídio Torezani, diretor da Hydra Irrigações.
Por conta da pandemia de covid-19, os agricultores também precisam adotar medidas de segurança para evitar contágio no período da colheita do café. Elas estão listadas na 2ª edição da cartilha "Colheita do café: orientações para prevenção do novo coronavírus", lançada, este ano, pela Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca.
Principal atividade agrícola do Espírito Santo, a cafeicultura é desenvolvida em quase todos os municípios do estado, em 60 mil das 90 mil propriedades. A única exceção é a capital, Vitória. Cerca de 400 mil pessoas atuam no segmento, em empregos diretos e indiretos. O Espírito Santo é o segundo produtor de café do Brasil e o primeiro de conilon.
Algumas dicas para ter uma safra tranquila é usar estratégias como a divisão dos colhedores por talhões ou carreiras; colher os frutos de café somente no ponto ideal de maturação; e, sempre que possível, adotar a colheita semimecanizada.
As informações são da Hydra Irrigações.