Pronunciamento oficial da Câmara de Café de São Paulo

Confira o pronunciamento de Eduardo Carvalhaes Júnior, coordenador do 8º Prêmio de Qualidade de Café do Estado de São Paulo, sobre o sucesso do concurso paulista. Em minha opinião nosso concurso é um sucesso em todos os sentidos. "Unimos todas as entidades de peso do agronegócio no trabalho de incentivar a produção de café de qualidade no Estado de São Paulo", diz ele.

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Confira o pronunciamento de Eduardo Carvalhaes Júnior, coordenador do 8º Prêmio de Qualidade de Café do Estado de São Paulo, sobre o sucesso do concurso paulista.

"Prezados Srs(as)
Um concurso que está na 8ª edição, pioneiro no Brasil e no mundo no modelo de trabalhar com concursos regionais, que chegaram a 13 neste ano, propiciando a elaboração de 13 regulamentos, a formação de 13 comissões organizadoras e 13 comissões julgadoras, além de 13 reuniões de provas e 13 cerimônias de premiação regionais, onde se falou e se discutiu a qualidade do café de São Paulo, incentivando a leitura e o uso dos manuais de qualidade produzidos e distribuídos pela Câmara Setorial de Café de São Paulo; que recebeu ao todo 1.015 amostras, em um ano de safra baixa; que teve seu primeiro colocado recebendo R$ 1.507,00 por saca (aproximadamente 880 dólares); que vendeu todos os 10 premiados acima de 1,5 vezes o fechamento da BM&F; que recebe o apoio,congrega e conçagra no decorrer de sua organização entidades como Câmara Setorial de Café, SINDICAFÉ, ABIC, CECAFÉ, ACS, BM&F, Museu do Café, CODEAGRO e Secretaria de Agricultura de SP, Sindicatos Rurais, Cooperativas, Prefeituras Municipais, etc., todas trabalhando para divulgar a qualidade do Café de São Paulo; que lançará a 6ª Edição dos Melhores Cafés de São Paulo, numerada e vendida em embalagens especiais em locais como o Pão de Açúcar Especial e Sta. Luzia, especializados em alimentos da mais alta qualidade, além de fazer a festa de lançamento no Palácio dos Bandeirantes com a presença do governador do Estado, é vitorioso e não um fracasso.

Só o desconhecimento sobre os objetivos do concurso de qualidade paulista pode justificar alguém transformar em fracasso um modelo vitorioso (e copiado) como o de São Paulo. É importante lembrar que o ARTIGO 01 de nosso regulamento é: O Concurso Estadual de Qualidade do Café de São Paulo e a Edição Especial dos Melhores Cafés de São Paulo, instituídos pela Câmara Setorial de Café da Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo, têm como objetivo incentivar o cafeicultor paulista a produzir café de qualidade, divulgar o "Café de São Paulo" e promover o segmento de cafés de alta qualidade junto aos consumidores.

Em minha opinião nosso concurso é um sucesso em todos os sentidos. Unimos todas as entidades de peso do agronegócio no trabalho de incentivar a produção de café de qualidade no Estado de São Paulo, recolocamos no mapa o café de São Paulo, mostrando ao mercado e aos consumidores que o Estado produz café de altíssima qualidade (já ganhamos duas vezes o concurso nacional Abic), além de, com a edição dos melhores cafés, mostrar que nosso melhor café é consumido aqui, pelos paulistas.

Desconheço no mundo outro projeto tão completo como o paulista: Câmara Setorial envolvendo todos os segmentos da cadeia produtiva + Campanha e Manual da Qualidade+ dia de campo +Início Oficial da Colheita Paulista em um cafezal no coração da maior cidade do Brasil+ Concursos Regionais + Concurso Estadual + Leilão dos Premiados, com todos os 10 lotes vendidos e o primeiro lugar vendido a 880 dólares por saca + Cerimônia de Premiação em um local como o Palácio da Bolsa Oficial de Café, sede do Museu do Café + Edição dos Melhores Cafés de São Paulo + Prêmio Destaque de Sustentabilidade do Café de São Paulo + Lançamento da Edição no Palácio dos Bandeirantes com a presença do governador do Estado.

Nosso projeto é completo e vitorioso. Só o desconhecimento sobre tudo que fazemos e quais nossos objetivos pode justificar alguém falar em fracasso do concurso paulista.

Abraços,

Eduardo Carvalhaes"


As informações são de Sérgio Parreiras (Peabirus), adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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Paulo Sérgio Vianna Mattosinho
PAULO SÉRGIO VIANNA MATTOSINHO

PIRAJÚ - SÃO PAULO - INSTITUIÇÕES GOVERNAMENTAIS

EM 26/11/2009

A realização de concursos de qualidade de café no Estado de São Paulo incentivam a cafeicultura e demonstram inequivocamente a capacidade do produtor paulista. Todas as ações desenvolvidas contam com parcerias de todos os segmentos do agronegócio e fortalecem os vínculos entre produtor, iniciativa privada e poder publico resultando em benefícios para toda a sociedade.
Identifica geograficamente os cafés de São Paulo e divulga os produtores e seu trabalho em prol da melhoria constante do padrão de qualidade.
Estão de parabéns todos os que contribuem para a realização dos concursos regionais e Estadual e isso se extende a todos os concursos no Brasil.
Demonstram que São Paulo e o Brasil têm a maior diversidade de cafés para os mais diversos paladares.
Só quem não está envolvido no processo não sabe do sucesso dessas iniciativas e os resultados positivos que resultam.
Como Engenheiro Agrônomo da CATI na região de Piraju, que vive diariamente o café, afirmo que após o início da realização dos concursos, São Paulo deu um salto qualitativo muito grande, inclusive valorizando ainda mais a ação dos extensionistas.


Eliane de Andrade C. Nogueira
ELIANE DE ANDRADE C. NOGUEIRA

SÃO SEBASTIÃO DA GRAMA - SÃO PAULO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 19/11/2009

O que se está se discutindo é a forma em que o concurso é feito.Diferentemente de outros concursos estaduais em que os 5 melhores cafés de cada categoria são avaliados por profissionais gabaritados (BSCA , Santos e outros), o de São Paulo é o maior lance dado ao café , independentemente da pontuação por ele recebido,que se dá o vencedor.Comparando-se o concurso de Minas Gerais , o 1º colocado na categoria cereja descacscado recebeu 2.500,00 e uma moto zero quilometro enquanto o de São Paulo 1.500,00.Precisa-se de alguma forma mudar de critério e valorizar mais o café de nosso estado , aumentando-se a quantidade de empresas torrefadoras participantes e consequentemente o preço.O produtor é que tem que estar em evidencia e a remuneração é muito importante.São Paulo tem muito o que aprender com Minas Gerais neste ponto e tem que ter a humildade de reconhecer.
Willem Guilherme de Araújo
WILLEM GUILHERME DE ARAÚJO

GUAXUPÉ - MINAS GERAIS - PROFISSIONAIS DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

EM 16/11/2009

toda e qualquer iniciativa que valorize o produtor, em especial o cafeicultor não pode ser considerada um fracasso, a não ser por aqueles que tem interesse em prejudicar cada vez mais nossos sofridos cafeicultores. Parabéns a todos que de algum modo contribuem para a realização de concursos de qualidade de cafés. E´uma pessima mania dos brasileiros em valorizar somente o que vem de fora, como se não tivessemos a capacidade de produzir algo de bom, além do que os cafés são nossos, e a qualidade independe de que concurso ele participe.