Os produtores e técnicos que participaram da viagem promovida na semana passada pela Cocamar para os municípios de Araguari, Monte Carmelo, Patrocínio e Patos de Minas, no Triângulo Mineiro, para ver lavouras mecanizadas de café, voltaram empolgados.
Eles viram que a mecanização reduz drasticamente os custos com mão de obra, aumenta a produtividade dos cafeeiros e, com isso, a escassez de trabalhadores deixa de ser um impeditivo para a expansão das lavouras.
Produtividade
O presidente da Copermonte, a cooperativa de cafeicultores de Monte Carmelo, Creuzo Takahashi disse que não existe viabilidade para a cafeicultura conduzida manualmente. Hoje, os custos com mão de obra representam 40% dos custos totais. "A margem é muito apertada, não há como sobreviver".
Lucratividade
Em Minas, os paranaenses viram que a cafeicultura conduzida com profissionalismo e o uso de máquinas em todas as suas etapas, oferece uma taxa de retorno de 10% ao ano. "Em dez anos, a atividade se paga, incluindo a terra", garantiu o presidente Takahashi.
A Cocamar possui 7 mil hectares cultivados com café, sendo a maioria das propriedades de pequeno porte. Segundo o coordenador de culturas perenes da cooperativa, engenheiro agrônomo Leandro Cezar Teixeira, cerca de 10% desse total já usam algum tipo de mecanização, mas ainda de forma parcial.
As informações são da Cocamar, resumidas e adaptadas pela Equipe CaféPoint.
MG: cafeicultores do PR se empolgam com mecanização
Os produtores e técnicos que participaram da viagem promovida na semana passada pela Cocamar para os municípios de Araguari, Monte Carmelo, Patrocínio e Patos de Minas, no Triângulo Mineiro, para ver lavouras mecanizadas de café, voltaram empolgados. Eles viram que a mecanização reduz drasticamente os custos com mão de obra.
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