MG: café sombreado e colhido manualmente conquista fãs

Foi mais difícil convencer o cafeicultor Paulo Sérgio de Almeida a vender duas sacas de um de seus melhores cafés do que encontrar este microlote. É um café extremamente doce, no nariz e na boca. Tem corpo aveludado e aroma intenso de frutas vermelhas. Cultivado a 1.200 m de altitude, na Fazenda Santa Terezinha, em Paraisópolis/MG, em uma região de solo vulcânico próximo a Poços de Caldas, os grãos são colhidos manualmente quando estão maduros - daí a doçura elevada do café.

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Foi mais difícil convencer o cafeicultor Paulo Sérgio de Almeida a vender duas sacas de um de seus melhores cafés do que encontrar este microlote para servir no Octávio Café, em São Paulo.

Por que tanta insistência? A qualidade da bebida, provada em primeira mão pelo Paladar na última semana, explica. É um café extremamente doce, no nariz e na boca. Tem corpo aveludado e aroma intenso de frutas vermelhas - características percebidas especialmente quando foi preparado na prensa francesa.

Cultivado a 1.200 m de altitude, na Fazenda Santa Terezinha, em Paraisópolis/MG, em uma região de solo vulcânico próximo a Poços de Caldas, os grãos são colhidos manualmente quando estão maduros - daí a doçura elevada do café.

"Fiquei surpresa, porque ele é um café (da variedade) mundo novo, e eu odeio mundo novo", diz a barista Silvia Magalhães. "É cultivado numa área sombreada que nem parece lavoura de café, e sim uma mata. É tudo artesanal, colhido manualmente. Demorou 15 dias para secar, em uma estufa suspensa e coberta."

O café deste talhão, o colônia mundo novo, conquistou fãs não só aqui. As outras seis sacas do microlote, só com cereja natural, já têm destino: Dinamarca.

"O comprador disse que só tomou um café igual ao meu, em complexidade, na Etiópia. Não esperava encontrar um café assim aqui", diz o cafeicultor Paulo Sérgio de Almeida. "Eu mesmo ainda não provei. Estou curioso para beber este café."

Este microlote da Fazenda Santa Terezinha poderá ser degustado em todos os métodos de preparo disponíveis no Octávio Café. Quem quiser também poderá comprá-lo para preparar em casa (em grão ou moído), em embalagem com 250g (R$ 44).

"Vamos torrar aos poucos, em pequenas quantidades, conforme houver demanda, para ter café sempre fresquinho", diz Silvia.

Embora ainda não tenha data marcada para começar a servir os próximos microlotes selecionados, a barista adianta quais são as origens: Divinolândia, Caconde e São Sebastião da Grama, no interior de São Paulo.

A matéria é de Janaina Fidalgo, para o jornal O Estado de S.Paulo, resumida e adaptada pela Equipe CaféPoint.
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Wilson de Souza
WILSON DE SOUZA

ARACOIABA - CEARÁ - ESTUDANTE

EM 24/02/2014

O Maciço de Baturité, Região serrana do estado do Ceará tem um potencial enorme para a produção deste tipo de café. Toda a produção ocorre dentro APA(Área de Preservação Ambiental) no sistema agroecológico/sombreado. Esta área merece mais estudos e incentivos.
Reinaldo Foresti
REINALDO FORESTI

CAMPANHA - MINAS GERAIS - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 05/11/2010

Sr.Paulo Sergio de Almeida. V.sa, é um produtor de café digno de exemplo para a nossa classe produtora.Parabéns pela dedicação na forma de produção e nota dez na comercialização com agregação de valores, até o elo final da cadeia,o consumidor final, que paga o prêço justo, para um produto elitizado e paladar refinado e personalizado. Cultivado a 1.200 metros de altitude em terras de origem vulcânicas e propícias na produção de café especial, aproveitando a natureza do nosso rico e fértil Estado De Minas Gerais,maior produtor mundial desta rubiácia e qualidade como esra da Fazenda Santa Terezinha em Paraisópolis,produto encontrado e bebido em cafeterias sofisticadas como a citada,Otávio Café ,de paladar internacional e depoimentos de Baristas especializados, citados no artigo acima.