“O mercado segue muito volátil e na expectativa sobre a verdadeira magnitude da perda da colheita do Brasil. Há informações de que as perdas podem ser maiores que o esperado, mas é cedo para conhecer a magnitude de quanto café arábica deixará de entrar no mercado mundial; o mesmo acontece com o caso da América Central, que deve se recuperar da doença da ferrugem do café”, disse um porta-voz da Federação Nacional de Cafeicultores da Colômbia.
Foto: Bryan Clifton/ Café Editora
Dessa forma, o grande impulsionador dos preços do café suave colombiano é a situação pela qual atravessa a cafeicultura brasileira. Sobre isso, o especialista de futuros do Citigroup, Sterling Smith, disse que o Brasil colherá nesse ano cafeeiro um total de 44,25 milhões de sacas de 60 quilos, uma queda de 7% com relação à sua estimativa de março e no fundo de outras previsões (veja matéria relacionada: Safra 14/15 de café do Brasil cairá para 44,25 mi sacas, diz especialista).
A OIC também manifestou sua preocupação pela baixa produção esperada para países como Índia, Indonésia e México, bem como na América Central, quase todos afetados pelo clima adverso e pela alta incidência de pragas e doenças nos cultivos.
A reportagem é do http://www.portafolio.co.