Apesar da projeção para uma safra recorde, a exportadora acredita que as ideias iniciais de uma colheita superior a 70 milhões de sacas – que circularam no mercado devido ao fato de novas áreas chegarem à produção e a um amplo florescimento– não se concretizaram.
“A chegada tardia das chuvas, bem como as altas temperaturas e as chuvas abaixo da média durante outubro e novembro – após a geada de julho que também afetou algumas áreas– reduziram a colheita esperada de mais de 70 milhões de sacas”, afirmou a cooperativa.
A Comexim disse que a recuperação de 50% observada nos contratos futuros de café de Nova York no final do ano passado “revelou cafés sendo mantidos não apenas de uma safra, mas de três”, e por isso a empresa teve que ajustar seus números de estoque de passagem de safras anteriores.
O Brasil começará a colher sua nova safra de café por volta de abril ou maio, dependendo da região, e os lotes prontos para embarque estarão disponíveis por volta de junho ou julho.
As informações são da Reuters