De 1º a 24 de agosto, as exportações somaram 153,8 mil toneladas, ante 142,9 mil toneladas em todo o mês do ano passado. Pela média diária, por dia útil, a exportação somou 10,25 mil toneladas, enquanto que, em 2025, foram registradas 6,8 mil toneladas.
O salto apontado nos embarques de café – em um ano em que o Brasil deve registrar uma colheita recorde – acontece após exportações mais lentas em julho, uma vez que as chuvas atrapalharam os fluxos de colheita, mas atuaram como fator de suporte nos preços globais.
Com a colheita brasileira de café em estágio mais avançado, já superando 90% das lavouras, o foco climático se volta para as floradas para a próxima safra. Segundo Leonardo Rossetti, analista de Inteligência de Mercado da StoneX, há expectativa de precipitações "significativas" nesta semana, com volumes mais elevados no Cerrado Mineiro e reflexos nas demais regiões produtoras de arábica, como Sul de Minas, São Paulo e Matas de Minas.
Ele apontou, ainda, que novas pancadas de chuvas esperadas para o início de setembro podem funcionar como um gatilho para boa parte das floradas nas áreas de café arábica.
Fonte: Reuters