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"Em relação a números de produção, não sabemos o que poderá acontecer", afirma Eduardo Carvalhaes

POR EQUIPE CAFÉPOINT

GIRO DE NOTÍCIAS

EM 17/10/2019

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O Analista de Mercado Eduardo Carvalhes participou, na semana passada, da 3ª Feira da Alta Mogiana de Cafeicultura de Qualidade (Famcafé). No evento, ele comentou sobre os rumores da próxima safra e realizou um panorama geral sobre o Brasil.

Para Carvalhaes, o País foi o maior exportador na safra 2018/2019 e o consumo aumentou muito aqui e no mundo, por isso, a preocupação em suprir o consumo interno e as exportações. “Meus pais diziam o dia em que a China passar a beber café, estamos feitos! E isso já está acontecendo. Marcas investem no país há anos e hoje a população está mudando os hábitos, provavelmente o café solúvel ganhará espaço por conta do método de preparo parecido com chá”, comenta Carvalhaes.


Foto: Igor do Vale/Sn3p

O consumo aumentou tanto que Eduardo comenta que em Seul, na Coréia, o governo criou uma lei que determina o espaço mínimo de uma cafeteria para outra, já que havia uma briga com casas muito próximas.

O analista explica que o café vive a maior fase de consumo, nem no auge da crise ele sofreu. Por isso, a importância em investir na qualidade da produção e saber capitar o consumidor. “A dona de casa vai à busca do que não atrapalha a sua renda mensal, se tem um produto que vale mais, necessário apresentar as características e peculiaridades que fazem a diferença de preços”.

Em relação à safra é difícil mensurar o quanto será produzido, apenas com as floradas que aconteceram nas últimas semanas. O clima instável atrapalhou em muitas questões no cafezal, “se tudo ocorrer bem com o clima e chover, teremos uma boa safra no ano que vem. Precisamos de condições para que o produtor retenha uma parte da safra para termos o que consumir. Meus tios já diziam melhor uma safra grande bem financiada, do que uma pequena sem financiamento.”.

“Não tenho bola de cristal, mas os preços de café verde realmente são desastrosos e são menos desastrosos para nós, por conta de alta produção que possuímos. Acompanho o dia inteiro as cotações e as bolsas oscilam muito, infelizmente, estamos atrelados aos grupos capitalizados. Precisamos pensar em como é feita a formação dos preços e como podemos melhorar isso. Em relação a números, ainda, não sabemos o que poderá acontecer”, finaliza.

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