A força do dólar comercial também contribuiu para pressionar as cotações do café. A divisa subiu devido ao fato de os dados sobre emprego nos Estados Unidos terem superado as expectativas. O setor privado norte-americano criou 219 mil empregos em julho, acima das 185 mil esperadas. Ontem, a moeda fechou a R$ 3,7566, com valorização semanal de 1%.
O contrato "C" com vencimento em setembro de 2018 na Bolsa de Nova York encerrou os negócios de ontem a US$ 1,0670 por libra-peso, apresentando perdas de 375 pontos na semana. Na ICE Futures Europe, o contrato do café robusta com vencimento em setembro caiu US$ 9, fechando o pregão a US$ 1.644 por tonelada.
No mercado físico, os preços caíram, seguindo o mercado internacional, mas, ainda assim, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) comunica que foi registrada maior movimentação por parte de vendedores, que necessitam fazer caixa para honrar alguns compromissos pontuais.
Os indicadores calculados pela instituição para as variedades arábica e robusta foram cotados a R$ 421,88/saca e a R$ 318,79/saca, com perdas de 2,5% e 1,9% respectivamente.
As informações são do Conselho Nacional do Café.