As condições das lavouras brasileiras seguem dando suporte de alta para os preços na Bolsa. Minas Gerais, maior região produtora de arábica do País, enfrenta o maior déficit hídrico dos últimos anos. Além da falta de água, as altas temperaturas também castigam os cafezais brasileiros. Especialistas afirmam que a perda para a próxima safra já é existente, mas que ainda não é possível mensurar o impacto.
O café tipo canéfora na Bolsa de Londres também segue operando com valorização. Janeiro/21 tinha alta de US$ 26 por tonelada, valendo US$ 1392; março/21 também registrava alta de US$ 26 por tonelada, negociado por US$ 1405; maio/21 subia US$ 26 por tonelada, valendo US$ 1418; e julho/21 tinha alta de US$ 25 por tonelada, valendo US$ 1433.
Enquanto no Brasil a falta de água preocupa o setor para o próximo ano, no Vietnã, maior produtor de café canéfora do mundo, o excesso de água pode atrasar a colheita da espécie e impactar a qualidade da bebida.
As informações são do portal Notícias Agrícolas.