Colômbia acredita que café alavancará economia

Preço interno médio em março de 125 quilos atingiu o melhor valor desde 2010

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Apesar de o setor cafeeiro colombiano ter passado por períodos difíceis até agora por conta de fenômenos como a valorização do peso, numerosas greves de produtores, entre outros, desta vez - devido ao aumento do preço do dólar e o preço internacional do grão - as coisas parecem florescer a um ritmo melhor para uma linha que, sem dúvida, tem sido representativa para a economia colombiana.

O que mostram os números da Federação Nacional dos Produtores de Café é que o preço interno médio mensal de 125 quilos de café, durante o mês de março, o melhor desde 2010, atingiu US $ 1.143.000.

"No momento, o café é a única boa notícia que a Colômbia tem. É mais uma vez o motor da economia", disse Roberto Vélez, gerente geral da Federação Nacional de Produtores de Café, que permanece otimista em relação ao final de 2020, apesar dos impactos que o coronavírus causou no cotidiano econômico do país.

Uma análise do Departamento de Estudos Econômicos de Bancolombia mostrou que as exportações de café (que aumentaram 3,4% em fevereiro, comparado com o mesmo mês de 2019, e totalizaram US $ 209 milhões) ajudaram a aliviar a queda nas vendas externas.

Apesar do fato de que no primeiro trimestre a produção de grãos foi reduzida devido a florada concentrada entre maio e outubro de 2019, Vélez acredita que a colheita que se aproxima neste primeiro semestre deve resultar entre 6,5 e 6,8 milhões de sacas.

As informações são do Portafolio.

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Equipe CaféPoint

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