CNA defende política de renda adequada à cafeicultura

Ideia é propor ações ao lado do novo governo que englobe o endividamento

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O presidente das comissões de Café da CNA e FAEMG, Breno Mesquita, se reuniu em Brasília com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, para discutir uma política de renda adequada para a cafeicultura nacional.

“A ideia é discutir uma política que englobe o endividamento, um seguro que cubra riscos e preços, além de mecanismos que possam ser usados toda vez que haja necessidade. Nossa obrigação é propor ações e trabalharmos para chegar onde queremos, com o governo como aliado”, afirmou Breno.

O endividamento atinge o produtor, mesmo aquele com gestão eficiente. O cafeicultor é obrigado a vender sua safra abaixo do preço de custo, em momento ruim para a comercialização. A atividade precisa gerar resultado com a produção e não aumentar as dívidas crônicas dos últimos anos.

Segundo Breno, é necessário um instrumento para que a cafeicultura nacional seja referência no mundo. Deste modo, o produtor consegue gerar emprego e se manter na atividade.

As informações são do Sistema FAEMG.

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AUGUSTO SÁVIO MESQUITA
AUGUSTO SÁVIO MESQUITA

SALVADOR - BAHIA - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 31/01/2019

Parabéns à CNA.
A Ministra Tereza Cristina é preparada e bem conhece os sérios problemas do setor agrícola nacional: é agrônoma pós-graduada, presidiu a Frente Parlamentar do Agronegócio e é experiente produtora rural.
Urge medidas em apoio à cafeicultura nacional, diante do elevado nível de endividamento dos produtores e baixo preço do produto (situação agravada com as importações autorizadas de café do Vietnã e a manipulação dos níveis de estoques pelo oligopolio que controla a comercialização), que não remunera a atividade.
Torna-se premente: a) prorrogação de todas as operações de crédito rural vigentes, por, pelo menos, um ano; b) repactuação das dívidas dos cafeicultores, reduzindo-se encargos e alargando prazos para quitação; c) estabelecer políticas adequadas à cafeicultura de seguro rural e preço mínimo remuneratório; d) estabelecer barreiras técnicas à entrada de café do estrangeiro (de ordem fitossanitaria, portanto, já que de ordem econômica ensejaria embate na OMC).
Enfim, acende-se uma luz no fundo do túnel e renasce a esperança.
Rafael Caliman
RAFAEL CALIMAN

COLATINA - ESPÍRITO SANTO - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 31/01/2019

Muito bem colocado Sr. Breno, espero que o governo olhe por nós produtores rurais. Que Deus nos abençoe!