Clima e queda no dólar ajudam a elevar preços do café brasileiro na Bolsa de NY

Por volta das 13h17, setembro/2020 tinha alta de 385 pontos, valendo 119,40 cents/lbp, dezembro/2020 subia 370 pontos, negociado por 121,20 cents/lbp

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A terça-feira (18) foi de valorização acima dos 300 pontos nos valores da Bolsa de Nova York (ICE Future US). Os estoques mais baixos, o clima no Brasil e a ligeira queda do dólar ajudaram a dar suporte nas altas.  

Por volta das 13h17 (horário de Brasília), setembro/2020 tinha alta de 385 pontos, valendo 119,40 cents/lbp; dezembro/2020 subia 370 pontos, negociado por 121,20 cents/lbp; março/2021 tinha valorização de 370 pontos, negociado por 123,10 cents/lbp; e maio/2021 subia 365 pontos, sendo negociado por 123,90 cents/lbp.

Também por volta deste horário, o dólar registrava queda de 0,16% e era cotado por R$ 5,49 na venda. O dólar em queda também ajuda a dar suporte de alta nos preços na Bolsa. Mesmo com a ligeira queda da moeda norte-americana, os valores continuam positivos para as exportações. O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo.

Outra preocupação é que os estoques de café verde dos Estados Unidos diminuíram 6.849 sacas de 60 kg em julho, totalizando 7.054.349 sacas, de acordo com dados divulgados na segunda-feira (17) pela Associação de Café Verde (GCA, na sigla em inglês). Ao fim de junho, o estoque era de 7.061.198 sacas.

As informações são do Notícias Agrícolas.

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Equipe CaféPoint

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