Arábica encerra safra 2013/2014 com queda no preço médio

Para a safra 2014/2015 a expectativa é de recuperação das cotações.

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Da Redação

O Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da USP (Cepea-Esalq/USP) divulgou sua avaliação sobre o último mês da safra 2013/2014 de café, no Brasil. Junho marcou o encerramento da temporada que, segundo o Cepea teve valores ligeiramente menores que os da safra anterior (2012/2013).

O início do ano safra 2013/2014, com primeira etapa de julho/2013 a dezembro/2013, teve preços do arábica em forte queda, chegando a ficar abaixo dos observados nas safras anteriores, em termos nominais.



Contudo, a partir de janeiro até junho de 2014, quando uma forte seca atingiu as regiões produtoras brasileiras, houve forte recuperação nos valores, que passaram a superar as médias das duas últimas temporadas. Nesse período, o Indicador Cepea/Esalq do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto em São Paulo, teve média de R$ 394,74/saca de 60 kg, superando em 28,3% a média do mesmo período de 2013.

Com isso, nessa segunda metade da safra, um maior volume de café foi comercializando, especialmente entre fevereiro e abril, cenário atípico para esse período.

Pensando sobre o atual ano-safra, o Cepea consultou alguns agentes, que apostam na recuperação das cotações. O foco da avaliação é para os preços dos grãos de maior qualidade, em vista da elevada quantidade de grãos miúdos que estão sendo colhidos atualmente.

Confira o relatório completo.
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jair  figueiredo
JAIR FIGUEIREDO

MANDAGUARI - PARANÁ - PRODUÇÃO DE CAFÉ

EM 14/07/2014

  Parabéns pela informação, mas infelizmente sempre foi e sempre será assim, estamos sempre sendo massacrados pelas economias mundiais mais fortes, o maior produtor de café do mundo sofre os ditames de uma regra mercantilista de bolsas que acompanha as manipulações do  quem pode mais chora menos, em função de previsões, sempre puxando brasa para sua sardinha, cada entidade, órgão, associação, e países compradores o escambau de bico faz suas previsões e ficamos a mercê desses ditames sem pai e sem mãe até por parte de um ministério da agricultura, quem é o ministro da agricultura mesmo?, saudades do IBC, quando se fazia um preivisão  era regra ninguém contestava  suas previsões, de outro lado sofremos a manipulação dos custos agrícolas fertilizantes e defensivos, aliado a uma agricultura que tem que preservar o meio ambiente que acho justo mas diretamente não ganhamos nada sobre isso diante do mundo, somos fiscalizados e sofremos as pressões para isso , ou seja a agricultura tem que produzir alimentos, gerar emprego e renda, gerar superavit comercial e preservar o meio ambiente, não esquecendo que somos uma indústria a céu aberto, e sofremos com os fatores limitantes, como umidade, temperatura, insolação, geadas  e assim por diante.