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Angelica Salado fala sobre mercado global de café em painel durante a SIC

POR EQUIPE CAFÉPOINT

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EM 20/11/2019

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Por Gabriela Kaneto, de Belo Horizonte (MG)

Este primeiro dia de Semana Internacional do Café contou com painéis importantes sobre diversos temas voltados para produção, mercado e consumo final da bebida. Um deles foi o “Será que o Brasil já é o maior consumidor do mundo? Oportunidades para o Consumo de Qualidade”, mediado pela diretora de conteúdo da Revista Espresso, Mariana Proença.

Debatendo sobre o consumo brasileiro atualmente e as ondas do café, Angelica Salado, da Euromonitor International, foi uma das participantes da ocasião, abordando o papel do Brasil no contexto mundial do mercado de café. Dentre os dados apresentados, um dos destaques foi o café coado. “Continuamos tendo uma expectativa positiva não só para 2019, como também para os próximos anos”, disse.


Foto: Thais Fernandes

Angelica também trouxe dados sobre o mercado mundial. Em alguns países da América do Sul e em grande parte da Ásia, a tendência é o crescimento das cafeterias. Em parte das nações europeias, o que mais tem crescido são os formatos convenientes. Já no Brasil, alguns países da América do Norte e da Europa, o que mais cresce é o consumo de café em cápsula e de alto valor agregado.

Para ela, uma das tendências do consumidor para os próximos cinco anos é a rastreabilidade. “Adotar padrões de consumo orientados por valores éticos não precisa ser apenas sobre sustentabilidade ambiental”, disse. Além disso, outro interesse do público para o período é o consumo rápido, lojas menores e focadas no consumo imediato.

Finalizando sua participação, a representante da Euromonitor trouxe três pontos de atenção para o mercado global de café:

- Tendências futuras: movimentos projetados no panorama dos lares, estilo de vida e nível de engajamento dos consumidores, que desenham cenários de mercados inéditos;
- Comportamento do consumidor: é fundamental acompanhar as mudanças de comportamento para poder antecipar movimentos que em os consumidores conseguem compreender;
- Barreiras de entrada menores: aumenta o número de empresas atuando no mercado e a pressão por preços mais competitivos. Diferencial é cada vez mais importante para justificar preços mais altos.

O painel também contou com a participação de Raquel Muller, diretora de cafés da Nestlé, que falou sobre as estratégias para um novo mercado, e Andrea Johnson, presidente da IWCA Jamaica, que abordou as histórias das mulheres cafeicultoras na Jamaica.

Voltada para produtores, consumidores, apreciadores, donos de estabelecimentos, torrefadores, entre outros atores da cadeia cafeeira, a Semana Internacional do Café acontece até sexta-feira, dia 22 de novembro, no Expominas, em Belo Horizonte (MG).

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