SP: Cecafé inaugura mais uma sala digital do programa "Criança do Café na Escola"

O Cecafé - Conselho dos Exportadores de Café do Brasil inaugura hoje, dia 16, a 101ª sala digital do programa "Criança do Café na Escola". A sala "Mariângela Taramelli", na APAE de São Sebastião da Grama (SP), será a 17ª no Estado de São Paulo, elevando para 5.100 o número de jovens e crianças paulistas que participam do projeto.

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O Cecafé - Conselho dos Exportadores de Café do Brasil inaugura hoje, dia 16, a 101ª sala digital do programa "Criança do Café na Escola". A sala "Mariângela Taramelli", na APAE de São Sebastião da Grama (SP), será a 17ª no Estado de São Paulo, elevando para 5.100 o número de jovens e crianças paulistas que participam do projeto.

A iniciativa prevê a montagem de salas de informática com dez computadores cada, doados às escolas rurais, com todas as licenças doadas pela Microsoft. A nova sala digital será uma parceria com a Fondazione Giuseppe e Pericle Lavazza e Sumatra.

No projeto todo, desenvolvido pelo Cecafé com outras empresas do setor, já foram beneficiados 30 mil jovens do ensino fundamental. Foram investidos, até o momento, aproximadamente R$ 3 milhões.

O programa é parte da estratégia da entidade de estimular e investir em projetos de responsabilidade social que, ao mesmo tempo, representam um diferencial para os cafés brasileiros em relação aos concorrentes. É o chamado café sustentável, que atende os preceitos básicos de preservação ambiental e inclusão social das famílias cafeicultoras.

"Não se trata de modismo, mas de uma política da qual não há saída. No exterior, há algum tempo se questiona a procedência do café oferecido. Sociedades maduras, com maioria de população com nível de ensino superior e altos índices de qualidade de vida estão exigindo produtos enquadrados nos quesitos de responsabilidade -- que passam pelo cultivo e por uma atuação social relacionada ao ambiente em que vivem os cidadãos e à sustentabilidade econômica" afirma Guilherme Braga, diretor-geral do Cecafé.

Segundo ele, esse consumidor está atento ao senso de responsabilidade das empresas. A longo prazo, o fornecedor que não estiver engajado em atitudes sustentáveis estará fora do mercado.

O consumo do chamado café sustentável, produzido de acordo com padrões éticos, ambientais e sociais já é uma tendência. Gigantes como Procter & Gamble, Sara Lee e até as cafeterias do edifício-sede da ONU começaram a investir no segmento.

Obs.: Todas as crianças beneficiadas são de famílias de lavradores do café (meeiros, trabalho por dia).

As informações são do CeCafé, adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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