IV Prêmio Região do Cerrado Mineiro amplia leilão para maior número de finalistas

O período de envio de amostras já está aberto e os produtores devem enviá-las até o dia 9 de setembro.

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Da redação

A Federação dos Cafeicultores do Cerrado promove pela quarta vez o Prêmio Região do Cerrado Mineiro e, neste ano, apresenta ampliação no número de cafés que serão levados a leilão. O modelo de negócios “Parcerias Sustentáveis" promove a venda antecipada dos lotes vencedores das três primeiras colocações, mas na edição de 2016 a oportunidade será dada também aos lotes classificados entre o 4º e o 25º lugar de cada categoria: natural e cereja descascado.

"Queremos valorizar um número maior de produtores e assim ofertar ao mercado lotes de alta qualidade com a Denominação de Origem Região do Cerrado Mineiro, que irão representar o melhor de nossa safra. Os valores mínimos de lances serão superiores ao preço de mercado, e serão conhecidos com antecedência de 30 dias ao evento de premiação” – explicou o superintendente da Federação dos Cafeicultores do Cerrado, Juliano Tarabal.

Inscrições
O período de envio de amostras já está aberto e os produtores devem enviá-las até o dia 9 de setembro. As amostras de 1,5 kg devem ser enviadas à Federação dos Cafeicultores do Cerrado e cada produtor poderá participar com uma amostra por categoria, por inscrição estadual. O Prêmio aceita inscrições apenas de produtores credenciados à Federação. O atendimento aos interessados é feito nas Cooperativas ou Associações filiadas a Federação. Mais informações no site http://www.cerradomineiro.org/premio

Premiação
Os três primeiros lugares de cada categoria receberão como prêmio os valores de R$1.800 por saca (primeiro colocado); R$1.400 (o segundo) e R$1.200 (o terceiro), sendo o lote de 20 sacas. Lotes classificados entre 4º e o 25º lugar irão a leilão.

Avaliação
Para se chegar aos melhores cafés desta safra o Prêmio é divido em duas fases; na primeira, os lotes serão avaliados seguindo os critérios da SCAA – Associação Americana de Cafés Especiais através da pontuação de xícara. Em uma segunda fase serão levados em consideração os conceitos de produção: ético, rastreável e de alta qualidade, visando uma avaliação também da maneira de produzir o café, que deve ser sustentável e que compartilhe valor para toda a Região.
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Equipe CaféPoint

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