FAEMG lança livro sobre retrato da cafeicultura de montanha: faça o download

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), representada pelo Instituto Antonio Ernesto de Salvo (INAES), acaba de oferecer um retrato da cafeicultura mineira com a publicação "Caracterização da Cafeicultura de Montanha de Minas Gerais".

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A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG), representada pelo Instituto Antonio Ernesto de Salvo (INAES), acaba de oferecer um retrato da cafeicultura mineira com a publicação "Caracterização da Cafeicultura de Montanha de Minas Gerais". O projeto que deu origem ao livro contou com o apoio da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (Sectes) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig). A coordenação geral da publicação é de Pierre Santos Vilela, e a coordenação técnica de José Luis dos Santos Rufino.

São 300 páginas, distribuídas em oito capítulos que tiveram a participação de pesquisadores envolvidos com a temática. Dentre os temas abordados, caracterização da propriedade, do produtor e da atividade, condições ambientais, relações trabalhistas, gestão e comercialização, legislação florestal, economia e geração de emprego e propostas de ações políticas para desenvolvimento sustentável da atividade. De maneira geral, este conjunto de informações deverá nortear a promoção e o desenvolvimento de políticas públicas para este modelo de cafeicultura, caracterizada pelo alto custo de produção.

Para a apresentação do livro, o presidente da FAEMG/INAES, Roberto Simões, destacou que nas últimas décadas, o agronegócio café tem enfrentado dificuldades para manter a sustentabilidade econômico-financeira, devido ao grande dinamismo das transformações da economia e comércio mundiais.

Segundo levantamento do INAES, a região de montanha tem se mostrado mais vulnerável às incertezas do mercado, fruto de particularidades que a distinguem, como a maior necessidade de mão-de-obra dada sua condição geográfica, e à estrutura produtiva, predominantemente de cafeicultores familiares. Ao todo, foram amostradas 1026 propriedades, sendo 362 na Zona da Mata, e 664 no Sul de Minas, estratificadas em pequenos, médios e grandes produtores.

Para acessar o livro na íntegra clique aqui

As informações são do Polo de Excelência do Café, resumidas e adaptadas pela Equipe CaféPoint.
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