Da redação
O dia nos mercados globais foi lento e caracterizado por operações de ajustes ante as recentes volatilidades presenciadas, independente, dos ativos envolvidos, informou o consultor Marcus Magalhães. “No caso do café, o dia foi marcado por operações de realizações de lucros nos patamares envolvidos. Após as boas oscilações dos últimos dias o mercado resolveu expurgar o excesso de gordura especulativa impressa nas cotações e, assim, o campo negativo prevaleceu e um tom mais ameno acabou ficando favorecido”, explicou.
Para esta quinta-feira (28/4), o consultor acredita que é possível que tenhamos recompras nos terminais de Nova Iorque e Londres, já que suportes foram mantidos e numa visão técnica o fechamento não foi traumático. Já do lado interno o sentimento é de pura ansiedade pela safra que está por chegar. “Os trabalhos de colheitas avançam e assim, as atenções do seguir estão mais focadas no mundo produtivo do que no mercadológico”, comenta.
Com relação ao dólar, Magalhães afirma que a percepção é de que as cotações conseguirão se manter acima de R$3.5000. Isso porque “O cenário “Pós-Dilma” já foi precificado pelo mercado. No Brasil, na minha opinião, os ativos já estão no preço na possível era Temer”, explica.
Colheita cafeeira no radar do mercado
"Os trabalhos de colheitas avançam e assim, as atenções do seguir estão mais focadas no mundo produtivo do que no mercadológico", comenta Marcus Magalhães.
Publicado por: CaféPoint
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