Negócios no mercado interno de café continuam parados
"A ansiedade dos envolvidos continua a testar limites e isso deixa a expectativa de entrada da safra produtiva com a percepção errada", comenta Marcus Magalhães.
"A ansiedade dos envolvidos continua a testar limites e isso deixa a expectativa de entrada da safra produtiva com a percepção errada", comenta Marcus Magalhães.
O Brasil, maior e mais importante origem produtora está em contagem regressiva para a entrada da nova safra produtiva.
"A conjugação de dólar fraco no Brasil aliado ao quadro fundamental ao setor dará o suporte devido para que os patamares possam buscar um melhor lugar ao sol", comenta analista.
Cenário político volta a preocupar mercado e o analista Marcus Magalhães comenta as reações cambiais e de cotações do café.
Para o café, a terça-feira (5/4) foi de negatividade no mercado, aponta consultor.
"Mais uma vez o mercado respeitou, na posição maio em Nova Iorque, o espaço de trabalho correspondido entre 125.00 cts/lb e 130.00 cts/lb", diz Marcus Magalhães
Nos estados do Espírito Santo e no sul da Bahia, produtores aguardam um clima mais ameno e com chuvas.
Já em Londres, onde o café robusta é regulado, a bolsa não operou devido a feriado local.
"As cotações, após as boas altas, sofreram com operações de realizações de lucros", explicou Marcus Magalhães.
O mercado de café arábica tem vivido recentes altas. Diante disso, o consultor Marcus Magalhães acredita que os produtores do Sul de Minas têm acertado em negociações.
"Como analisei aqui nos últimos dias não havia motivos para tamanha "alegria" do mercado", alertou analista da Maros Corretora.
Mercado do grão seguiu tendência de mercados globais de tranquilidade e oscilações sadias, segundo consultor.
Para o café, os níveis internacionais das bolsas de Nova Iorque e Londres se mantém consolidados dentro do atual intervalo mercadológico.
Entenda como fica o sobe e desce do mercado, segundo analista Marcus Magalhães.
"Recompras tanto em Nova Iorque quanto em Londres foram vistas e podem ter sua continuidade assegurada já que tecnicamente os níveis ficaram interessantes", explicou Marcus Magalhães.
"O setor produtivo não vem ao mercado ofertando suas colheitas nas mínimas oferecidas", comenta analista.
Curtas volatilidades e campo negativo prevaleceram nesta terça-feira, com ajustes técnicos nos terminais aliado a fraca pegada compradora, comenta analista.
Assista ao vídeo com a análise completa de analista, que traça as atuais diferenças entre o mercado de conilon e do arábica no Brasil.
Dia foi de recompras nas bolsas que regulam o ativo café. Mercado interno teve poucos e lentos negócios.
Em uma quarta-feira de volatilidades nos terminais internacionais, as cotações do café cederam.
O café segue o ritmo mercadológico alinhado ao contexto mundial, com leves baixas e lentidão nas operações.
Tanto a bolsa de Nova Iorque quanto a de Londres, operaram acima de suportes interessantes, afirmou o consultor Magalhães.
No café, rolagens de posições entre os vencimentos futuros deram a tônica aos trabalhos.
Para o café o dia foi lento e com o predomino da tendência macro, ou seja, a melhora de humor global contribuiu para as cotações do café.