Frio assusta o mercado de café, afirma consultor
O setor cafeeiro já vinha estressado com a seca no conilon e as chuvas no início da safra do arábica, pontuou Marcus Magalhães.
O setor cafeeiro já vinha estressado com a seca no conilon e as chuvas no início da safra do arábica, pontuou Marcus Magalhães.
"As cotações em Nova Iorque, voltaram a ganhar fôlego em recompras técnicas", afirmou Marcus Magalhães.
"Apesar do tombo na Bolsa de Nova Iorque, alguns suportes interessantes foram mantidos", pontuou o consultor Marcus Magalhães.
Sem o referencial de Nova Iorque, o terminal londrino não conseguiu manter a pegada no mercado e o negócio café parou junto, informou Marcus Magalhães.
"Após os tombos presenciados nas Bolsas, o mercado como um todo mostrou força conseguindo contagiar operadores", pontuou Marcus Magalhães.
Após as recentes baixas o mercado de café buscou forças no quadro fundamental, analisa consultor.
Para o café, houve baixas nos terminais internacionais em alinhamento ao cenário macroeconômico, avalia Marcus Magalhães.
No caso do café o dia foi animado e mais uma vez, marcado por boas oscilações nos terminais internacionais, avaliou Marcus Magalhães.
"No que tange ao clima, este continua a tirar o sono do setor produtivo", avalia consultor.
"Investidores globais de olho no clima no Brasil não se sentem confortáveis em assumir postura vendedora nos terminais", aponta consultor.
De acordo com consultor, "Ninguém sabe como o Brasil e o mercado global enfrentará os desafios de abastecimento".
"Se gear é o primeiro degrau de uma escada a ser subida e, se não gear, o mercado pode realizar lucro", aponta consultor.
Conjugação de clima adverso no Brasil, chuva no arábica e seca no conilon, dólar fraco e por fim, rallys em outras commodities agrícolas, levaram a forte alta.
"No caso do café o sentimento de que as cotações estão excessivamente esticadas tanto em Nova Iorque quanto em Londres dá o tom", analisa o consultor
Segundo Marcus Magalhães, as bolsas de Nova Iorque e Londres estão indicando certo cansaço nas baixas.
Os preços estão firmes e tem mais compradores do que vencedores nas praças, comenta Marcus Magalhães.
Já o setor produtivo continua focado nos trabalhos de colheita deixando as questões mercadológicas relegadas a segundo plano, comenta analista.
Consultor afirma que situação política, entretanto levou a fortes oscilações durante o dia no Brasil.
Bolsas internacionais trabalham em alta, tanto em Nova Iorque, que regula o preço do arábica, quanto em Londres, responsável pelo robusta.
Um dado de economia ruim divulgado na China contaminou o humor do mercado, mas não afetou o ativo café, afirma consultor.
"Os trabalhos de colheitas avançam e assim, as atenções do seguir estão mais focadas no mundo produtivo do que no mercadológico", comenta Marcus Magalhães.
"A conjugação de falta de liquidez, dólar firme e bolsas em alta deu ao contexto café uma moldura interessante", afirma consultor.
Mercados globais tem dia tranquilo. No café, "tanto Nova Iorque quanto Londres operaram dentro de um viés construtivo consolidando o atual espaço de trabalho", aponta analista
"As bolsas de Nova Iorque e Londres conseguiram manter um construtivo intervalo mercadológico", analisou Magalhães.