Dólar fraco atrai compra de commodities
O movimento do arábica foi impulsionado pelo surpreso ânimo dos fundos de não apenas cobrir suas posições vendidas mas também adicionar compras novas. Por Rodrigo Corrêa da Costa.
O movimento do arábica foi impulsionado pelo surpreso ânimo dos fundos de não apenas cobrir suas posições vendidas mas também adicionar compras novas. Por Rodrigo Corrêa da Costa.
No Brasil os preços da saca de café não apreciaram pela firmeza da moeda local. Por Rodrigo Corrêa da Costa.
Sazonalmente estamos no período do pico da entressafra e os compradores internacionais mantém suas apostas de um melhor momento no futuro para comprar diferenciais mais atrativos. Por Rodrigo Corrêa da Costa
A movimentação nas origens foi tímida com a queda dos terminais e os diferenciais ficaram nominalmente mais caros tanto para o arábica como para o robusta. Por Rodrigo Corrêa da Costa.
Se não fosse pela questão da moeda uma aposta em novas baixas não teria muito sentido, pois qualquer nova perda de produção no mundo engole o pequeno superávit estimado para o próximo ciclo. Por Rodrigo Corrêa da Costa.
Curiosamente não foram os fundos os únicos responsáveis em achatar as cotações. Entenda mais no artigo de Rodrigo Corrêa da Costa, colaborador da Archer Consulting.
Alguns profissionais que se dedicam "apenas" ao café naturalmente buscam explicações às oscilações dos preços unicamente ao fluxo de negócios, clima e aos especuladores. Por Rodrigo Corrêa da Costa, colaborador da Archer Consulting.
O café conseguiu ser menos influenciado pelas oscilações fortes, mas sem dúvida se beneficiou da firmeza do Real brasileiro que valorizou. Por Rodrigo Corrêa da Costa, colaborador da Archer Consulting.
Mesmo na Colômbia, que está no período de safra, o volume negociado não está tão forte. A fraqueza do robusta fez os cafés vietnamitas também encarecerem, no país que colheu em torno de 30% da produção de 2015/2016. Por Rodrigo Corrêa da Costa escreve este relatório sobre café semanalmente como colaborador da Archer Consulting.
O fluxo de negócios no físico corrobora com o argumento altista, podendo sim ser desmontado se o dólar voltar a subir frente a diversas moedas, ou o real desvalorizar rapidamente Por Rodrigo Corrêa da Costa escreve este relatório sobre café semanalmente como colaborador da Archer Consulting.
Nas outras origens apareceram mais grãos vindos da Colômbia e de Honduras, sendo que a reposição do primeiro está em dois dígitos positivos, e do segundo em um dígito positivo.
Após o mercado ter descontado as chuvas que caíram no Brasil, os fundos voltaram a colocar novas vendas em seus livros Por Rodrigo Corrêa da Costa, colaborador da Archer Consulting
Negociações do físico no Brasil estancaram, dando fôlego a exportadores para receber os cafés que compraram nas últimas semanas. Nas outras origens o fluxo também foi fraco, tanto em função do preço mais baixo como da disponibilidade que ainda não está grande. Por Rodrigo Corrêa da Costa
Não parece que os produtores brasileiros e Vietnamitas vão facilitar a vida de quem está vendido em diferencial, muito pelo contrário. Por Rodrigo Corrêa da Costa, colaborador da Archer Consulting.
Os contratos de arábica e robusta negociaram no meio da semana nos mais altos patamares desde 17 e 21 de agosto último. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
As opiniões se dividem entre os que acham ser prematuro se preocupar depois de um setembro tão "molhado" e os que falam de uma potencial perda da florada que abriu. Por Rodrigo Corrêa da Costa, colaborador da Archer Consulting.
A florada que abriu em setembro precisa ter uma sequência maior de chuvas, que por ora tem sido esparsas. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Robusta e arábica fazem novas mínimas sendo empurrados mais por especuladores e fundos de algoritmo e menos por origens. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
No mercado físico o volume negociado é baixo, no Brasil por já ter passado o período maior da pressão vendedora. Por Rodrigo Corrêa da Costa da Archer Consulting
Entre as perguntas que cabem: Há café suficiente para os produtores brasileiros pressionar as cotações no curto-prazo? Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O café fez novas mínimas, tanto em Nova Iorque como em Londres, com as cotações do arábica recuperando pouco mais de US$ 4.00. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O contrato de arábica tomou um tombo feio em praticamente duas sessões, esgotando o potencial de alta técnica. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O café em Nova Iorque foi o líder de ganhos na semana, subindo 7.87%, ou US$ 13.62 a saca. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Não há uma pressão vendedora tão grande que neste momento coloque tanta pressão nos ganhos do terminal (ao menos no curto-prazo). Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting