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La Niña pode ocasionar menor volume de chuvas no Sul de Minas Gerais

PRODUÇÃO

EM 05/10/2017

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Da redação

Com a ocorrência do La Niña, diminuição da temperatura da superfície das águas do Oceano Pacífico Tropical Central e Oriental, evento que vem se formando desde o mês de agosto, cafeicultores do Sul de Minas Gerais devem ficar atentos, pois a previsão é de baixo volume de chuvas na região durante os últimos meses desse ano e em 2018.

Foto: Ivan Padovani/Café Editora
                                    Foto: Ivan Padovani/Café Editora

De acordo com o climatologista Luiz Carlos Molion, além do Sul de Minas, o Rio Grande do Sul também será bastante afetado. O fenômeno pode gerar mudanças no clima brasileiro até abril de 2019: "o Lã Niña deve ser um evento de moderado para forte que vai, no mínimo, até março e abril de 2018. A tendência é das chuvas ficarem abaixo do normal no sudeste e região". 
Ainda segundo Molion, em 2017 não haverá nada parecido com o que aconteceu entre 2014 e 2015, com a seca severa, mas as precipitações diminuirão bastante entre outubro e novembro: "na segunda ou terceira semana de novembro deve começar a chover, mas só em janeiro ou fevereiro do ano que vem as chuvas virão um pouco acima do normal". 

Apesar dos problemas climáticos que estão afetando as lavouras do país,  a preferência por café continua crescendo no Brasil, com aumento na demanda por cafés especiais, de melhor qualidade. Segundo o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Nathan Herszkowicz, este ano o consumo da bebida no país pode crescer entre 3% e 3,5% em relação a 2016 e chegar em torno de 22 milhões de sacas de 60 kg. 
Conforme o especialista, três fatores colaboram com o aumento da porcentagem: uma busca maior de café pelos jovens, a associação da bebida com benefícios para a saúde e a ampliação dos pontos de venda. 

Em relação ao tamanho da safra do ano que vem, onde especialistas repercutem algo em torno de 60 milhões de sacas no Brasil, Herszkowicz é claro ao dizer que ainda é bastante cedo para para falar em números. Para ele, tratar das expectativas para a safra de café em 2018 é muito delicado, uma vez que o mercado vive em uma equação oferta versus demanda que afeta diretamente os preços do produto: 'o que se espera é que a próxima temporada seja maior do que a deste ano", disse.
 

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