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Coopeavi cria novo núcleo feminino em município capixaba

Por Equipe CaféPoint (CaféPoint)
postado em 18/04/2017

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Da redação

Mais um núcleo voltado para cooperadas está em fase de implantação no setor de café do Brasil. Desta vez, as mulheres de organizam em um grupo ligado à Cooperativa Agropecuária Centro-Serrana (Coopeavi) em Alto Jatibocas, na zona rural de Itarana, conhecida localidade produtora de café arábica. O grupo conta com 20 mulheres e tem como foco a cafeicultura de qualidade.

Foto: Coopeavi/ Divulgação
Mulheres em curso oferecido pela Cooperativa

Esse não é o primeiro núcleo direcionado às mulheres que é criado na Cooperativa. A bióloga da Coopeavi, Marcela Takiguti, é responsável pela implantação e coordenação dos núcleos femininos da cooperativa. Com o núcleo de Alto Jatibocas, a Coopeavi soma quatro projetos ligados diretamente às mulheres.

“As mulheres mantêm o bem-estar das famílias, e um dos parâmetros para atingir a sustentabilidade da agricultura familiar é o empoderamento delas. Se a mulher está feliz na propriedade, ela faz de tudo para manter o filho, não desanima o marido e tem mais vontade de ser agricultora e de estar à frente da propriedade e da atividade”, avalia Marcela.

Foto: Coopeavi/ Divulgação


CRIAÇÃO
Desde dezembro do ano passado, já foram realizadas três reuniões na Igreja Luterana local, e as participantes se mostram bem animadas com a possibilidade de se profissionalizarem no ramo em que já atuam ao lado dos pais, maridos e filhos.

É o caso da cafeicultora Leninha Herzog, de 36 anos, que participa do 1º Workshop de Degustação de Café promovido pela Coopeavi, nesta terça-feira (18/4). “O café é a renda principal da maioria do grupo, é o nosso forte. Nós queremos aperfeiçoamento na atividade para termos mais chances de agregar valor à produção”, disse.

Ainda de acordo com a bióloga, por meio do resgate da autoestima com as atividades dos núcleos, a Coopeavi está conseguindo fazer com que as mulheres permaneçam no meio rural e se orgulhem de pertencerem ao agro. “Nós priorizamos locais onde existe vocação para liderança feminina e elas sejam bem ativas na propriedade”.

A partir do grupo, a ideia é que as informações sejam compartilhadas com outras mulheres da região, de modo a tornar a cafeicultura uma atividade sustentável, com emprego e renda no meio rural.

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Equipe CaféPoint    São Paulo - São Paulo

Mídia especializada/imprensa

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