Real breca alta maior de Nova Iorque
O café em Nova Iorque foi o ganhador da semana com alta de 2.45%, enquanto em Londres fechou com leve baixa. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O café em Nova Iorque foi o ganhador da semana com alta de 2.45%, enquanto em Londres fechou com leve baixa. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Para o café o pano de fundo da moeda parece servir mais de argumento para justificar a baixa do que de fato reflete uma abundância de oferta. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O contrato de arábica de Nova Iorque teve uma reação positiva, o robusta por outro lado despencou por ser um mercado que tem um fundamento mais fraco. Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O café se comportou relativamente bem frente à turbulência macroeconômica. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
As altas do mercado junto com a recuperação do dólar contra as moedas dos dois principais produtores de arábica destravaram a movimentação do físico. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Uma multinacional revisou para cima sua expectativa da safra brasileira 15/16 de 49.75 milhões de sacas para 51.8 milhões de sacas, informa Rodrigo Corrêa da Costa.
A puxada dos terminais permitiu aos produtores de Brasil, Vietnã, Colômbia e Peru negociarem seus cafés novamente. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
A movimentação do físico melhorou em diversas origens, não necessariamente barateando os diferenciais a ponto de encaixar a reposição.
Os contratos de café arábica e robusta escorregaram um pouco mais, encontrando suporte e se comportando até relativamente bem frente ao gráfico que apontava para movimentos mais negativos. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Queda preocupa produtores e intermediários que precisam fixar os preços de seus cafés, estejam eles no Vietnã ou no Brasil. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O mercado físico não mudou muito em termos de movimentação, ainda que possa se notar diferenciais mais próximos dos interesses de compra dos torradores e dealers internacionais Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Escassas vendas de origens podem ajudar o mercado continuar subindo, caso tecnicamente atraia compras de fundos e especuladores. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Vendas de origens na quinta-feira passada assustaram os altistas que imaginavam só encontrar mais interesse de fixações próximo dos US$ 150 centavos. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O tom de espera dos participantes para o começo da safra brasileira não estimula uma tomada de posição grande. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting
Estoques americanos do GCA tem queda de 116,443 sacas em março, mas alguns fundos leram como positivo o dado, pois as importações acumuladas no país cresceram 1.75% e os estoques totais estão em 5,035,109 sacas. Por Rodrigo Corrêa da, Archer Consulting.
O efeito prático é o aumento dos estoques nos países consumidores. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Notícias de estimativas de safra brasileira demonstram a dificuldade dos agentes em achar um consenso da safra do conilon. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
O pico da entressafra no Brasil deve ajudar os altistas nos próximos dois meses, quando então algum fluxo de safra nova deve começar a aparecer e sazonalmente se tornar um fator que limite ganhos. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting
Fed surpreende e impulsiona ativos de risco. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da ArcherConsulting.
A arbitragem entre as duas variedades de café reflete, por acaso, o encarecimento dos diferenciais do arábica em praticamente todas as origens. Por Rodrigo Correa, da Archer Consulting.
Chuvas não são mais assunto da pauta dos traders que seguem o café, a não ser é claro para justificar parcialmente a queda do terminal. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting
Entre os componentes do CRB apenas seis commodities cederam, entre elas o café arábica com perda de 5.23%. por *Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting.
Uma importante trading européia publicou sua estimativa da safra brasileira para o ciclo 2015/2016 em 49.5 milhões de sacas, 2.5 milhões acima do ano passado. Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting
Por Rodrigo Corrêa da Costa, da Archer Consulting