A 20 dias do "fim do ano", preços não agradam a ninguém
O fluxo de negócios no mercado físico brasileiro estava melhorando, mas não durou o suficiente.
O fluxo de negócios no mercado físico brasileiro estava melhorando, mas não durou o suficiente.
No Brasil, o clima favorável tem causado uma quietude entre alguns agentes.
Nos Estados Unidos os estoques sofreram uma nova queda em outubro, nada muito grande
As principais bolsas de ações do mundo fecharam em baixa na semana, assim como os índices de commodities.
Os postos de trabalhos criados em outubro não deixou com que o índice do dólar recuperasse.
As chuvas no Brasil parece estar precificado, assim como uma safra ao redor de 60 milhões de sacas.
Fotos e vídeos de floradas no cinturão produtor brasileiro pressionaram as cotações do café.
O café em Nova Iorque negociou no mais baixo patamar desde 23 de julho.
A quebra do padrão de seca pode encorajar os baixistas a pressionar novamente as cotações.
Fotos de árvores castigadas pela estiagem mexeram com o psicológico dos traders.
Instituições apontam chuvas apenas para o final do mês de setembro, preocupando os cafeicultores.
No Brasil, os preços internos do café se mantêm firmes, comparados com a queda do terminal.
De acordo com artigo, na última terça-feira (15), o café teve uma queda acentuada.
Em Nova Iorque, o arábica negociou no mais alto patamar desde o dia 24 de fevereiro.
O café em NY voltou acima de US$ 140.00 centavos por libra, patamar que não víamos desde abril.
O mercado futuro não refletiu qualquer expectativa da potencial super-safra 2018/2019.
Espera-se que no fim de agosto os compradores voltem mais interessados em adquirir café.
Finalmente, o café em Nova Iorque conseguiu romper os US$ 130.00 centavos por libra;
Fortalecimento do Real brasileiro deve afugentar uma pressão de venda nos terminais.
Nos contratos de café o destaque de ganhos na semana ficou por conta do robusta.
Eventos de terrorismo (Europa e EUA) pouco tem afetado o comportamento dos investidores.
O dólar, depois de afundar abaixo de 96,40 recuperou e encerrou a semana passada inalterado.
Segundo o analista Rodrigo Costa, há á espaço para os especuladores venderem mais, caso queiram.
O café em Nova Iorque encerrou a semana passada nas mínimas; Londres segue firme.