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Brasil: exportação de café diferenciado cai 35,89% em comparação com 2016

postado em 14/06/2017

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Da redação

Entre janeiro e maio deste ano, as exportações de café diferenciado do Brasil ficou em 1,797 milhão de sacas de 60 quilos, queda de 35,89% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Apesar da queda, a instituição acredita em recuperação das embarcações a partir do segundo semestre de 2017, apostando em 5,9 milhões de sacas vendidas no total. 

Foto: Gui Gomes/ Café Editora
                                        Foto: Gui Gomes/ Café Editora

De acordo com o diretor geral do Conselho, Marcos Antonio Matos, o mercado para esse tipo de café, cuja bebida é certificada e recebe pontuação elevada em avaliações técnicas reconhecidas, apresentou menor disponibilidade do produto em 2016, devido às chuvas que afetaram a qualidade da produção, mesmo sem terem prejudicado o volume da colheita, que foi de 51,37 milhões de sacas, 13% acima do produzido em 2015.

"O cafeicultor tem feito os tratos culturais necessários e os fundamentos são positivos para a recuperação dos patamares de exportação [8 milhões e 9 milhões de sacas]. Vamos acompanhar as condições climáticas", disse. 

O Cecafé informou, também, que a participação do segmento de diferenciados no total das exportações brasileiras de café nos cinco primeiros meses de 2017 foi de 14,2%, e os preços médios pagos pelo produto foram 20% superior às médias para o café convencional.

Exportação

Entre os principais destinos do café diferenciado brasileiro, os Estados Unidos mantêm a liderança, com 19% de participação. Alemanha (15%) e Bélgica (14%) aparecem logo em seguida. Segundo o presidente da instituição, Nelson Carvalhes, os países asiáticos começaram a aparecer no ranking agora, devido a qualidade do produto comercializado. 

“Japão e Coreia do Sul vão servir como catalizadores de sucesso para os demais países da Ásia consumirem café diferenciado”, comenta. 

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