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CNC reelege atuais Conselho Diretor, coordenador e presidente executivo

O Conselho Nacional do Café (CNC) anunciou a reeleição de sua diretoria, em decisão do último dia 4 de fevereiro. Na Assembleia Geral, realizada em Ribeirão Preto (SP), as cooperativas associadas reconduziram o Conselho Diretor, coordenador e presidente executivo para permanecer à frente da entidade no próximo biênio. Leia, abaixo, o Balanço Semanal completo da instituição, referente a semana de 8 a 12 de fevereiro:

Foto: Divulgação


RECONDUÇÃO DA DIRETORIA DO CNC
Em Assembleia Geral realizada no dia 4 de fevereiro, em Ribeirão Preto (SP), as cooperativas associadas do Conselho Nacional do Café reconduziram, por unanimidade, a atual diretoria para um novo mandato de dois anos e aprovaram alguns ajustes no estatuto e no regimento interno do CNC para dar mais celeridade às ações. Em meio à reeleição, nós, da diretoria, agradecemos o apoio e a efetiva participação das cooperativas associadas na direção dos serviços do Conselho, destacando a satisfação de trabalhar em sintonia com representantes proativos, os quais contribuem positivamente para o alcance de resultados que beneficiam todo o setor cafeeiro.
Para o biênio 2016-2018, comporão o Conselho Diretor do CNC: Carlos Alberto Paulino da Costa (Cooxupé); Esthério Colnago (OCB/ES); Francisco Miranda (Cocatrel); Francisco Sérgio de Assis (Federação dos Cafeicultores do Cerrado); José Vicente da Silva (Coopercitrus); Luciano Ribeiro Machado (Bancoob); Osvaldo Henrique Paiva Ribeiro (Minasul) e Tarcísio Rabelo (Coccamig). Maurício Miarelli (Cocapec) foi mantido no cargo de coordenador do Conselho e o deputado federal Silas Brasileiro aceitou o convite para continuar presidindo a entidade no exercício de fevereiro de 2016 a janeiro de 2018.

RECURSOS NA HORA CERTA
No dia 3 de fevereiro, o CNC realizou audiência com a ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Kátia Abreu, para discutir pleitos de interesse do setor, entre eles a necessidade de disponibilização imediata, antes do lançamento do Plano de Safra, dos recursos destinados para as linhas de crédito do Funcafé em 2016.

Para formalizar essa demanda, o presidente executivo do CNC, Silas Brasileiro, e o presidente da Comissão Nacional do Café da CNA, Breno Mesquita, enviaram à ministra, ontem, um ofício conjunto ratificando a necessidade de acesso aos recursos do Funcafé pelos produtores rurais e suas cooperativas em tempo hábil para efetuar a colheita que se aproxima, bem como para promover o ordenamento da oferta da próxima temporada.

Lembramos que os trabalhos de cata do café conilon se iniciarão a partir do final do próximo mês e que os cafeicultores do Espírito Santo, principal Estado produtor da variedade, enfrentam dificuldades financeiras devido à quebra de safra resultante da estiagem severa e prolongada, a qual também reduzirá sensivelmente a produtividade no ciclo 2016/2017.

“Alertamos, também, que as regiões brasileiras de café arábica se preparam para uma recuperação dos volumes produzidos após duas quebras de safra consecutivas e, além disso, que há perspectiva de antecipação da colheita em relação ao ano anterior. Assim, é fundamental que os recursos do Funcafé sejam disponibilizados de imediato para que o Fundo possa cumprir suas funções principais: (i) capitalizar os produtores e suas cooperativas para a colheita, atividade dispendiosa devido à necessidade de contratação de mão de obra; e (ii) financiar a estocagem, evitando excesso de oferta de café no mercado entre os meses de abril a julho e, consequentemente, o aviltamento da renda dos produtores.

Destacamos que os estoques brasileiros vêm apresentando sensível redução e na passagem para a safra 2016/17 (final de março) se aproximarão do nível mínimo histórico, condição favorável para a sustentação dos preços recebidos pelos produtores. Porém, se os recursos do Funcafé não forem disponibilizados de imediato, essa oportunidade será perdida, já que os cafeicultores terão que vender as sacas recém-colhidas para financiar a própria colheita, criando pico de oferta no mercado e, consequentemente, aviltando os preços.

Tal cenário seria inaceitável em um País que conta com um fundo exclusivo para financiar o custeio e o ordenamento da oferta da cafeicultura, o qual possui orçamento aprovado para este fim de R$ 4,632 bilhões na temporada 2016/17. Para que esses recursos cumpram a sua função, precisamos apenas de agilidade nos trâmites governamentais necessários para que sua disponibilização aos cafeicultores e suas cooperativas ocorra até o mês de março deste ano.

MERCADO
Os futuros do café registraram queda nesta semana mais curta devido ao feriado do Carnaval no Brasil e às comemorações do Ano Novo Lunar no Vietnã. A elevada aversão ao risco no mercado financeiro internacional e as questões cambiais têm desfavorecido as soft commodities.

Nos últimos dias, o cenário econômico mundial foi abalado por quedas nas bolsas devido à crescente preocupação com o desaquecimento da economia global e à nova desvalorização dos preços do petróleo.

Ontem, o dólar comercial foi cotado a R$ 3,9837, acumulando alta de 1,9% em relação ao fechamento da última sexta-feira. Além da influência do cenário externo, as incertezas sobre os rumos da economia brasileira favorecem a depreciação do real frente à moeda norte-americana.

Na ICE Futures US, o vencimento março do Contrato C foi cotado, na quinta-feira, a US$ 1,13 por libra-peso, com queda de 740 pontos em relação ao fechamento da semana anterior. O vencimento março do contrato futuro do robusta, negociado na ICE Futures Europe, encerrou o pregão de ontem a US$ 1.382 por tonelada, com desvalorização de US$ 45 em relação a sexta-feira passada.

Os indicadores calculados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) para as variedades arábica e conilon, no mercado físico nacional, foram cotados, ontem, a R$ 482,19/saca e a R$ 399,97/saca, respectivamente, com variação de -2,9% e -0,4% em relação ao fechamento da semana anterior. A instituição comentou as sucessivas valorizações dos preços da saca do conilon desde junho do ano passado, que, conforme o Cepea, são motivadas pela oferta retraída. Na quinta-feira, o diferencial de preços entre as variedades foi de R$ 82, o mais apertado desde fevereiro de 2013.


Balanço assinado por Silas Brasileiro, presidente executivo do CNC

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