Café arábica deve se manter acima de US$ 1,24, avalia BMI Research
As cotações devem ter viés positivo até 2021. Projeção reflete a tendência do mercado.
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As cotações devem ter viés positivo até 2021. Projeção reflete a tendência do mercado.
A média mensal do preço indicativo composto da OIC caiu 3,3% em janeiro, fixando-se em seu nível mais baixo desde 2014.
De acordo com o Escritório Carvalhaes, produtores já sentem a forte alta na eletricidade, combustíveis, fertilizantes e defensivos.
Enquanto nas duas primeiras semanas de janeiro o mercado atuou em alta para a média das cotações em aberto, nas duas últimas houve reversão com queda no valor dos contratos. Entenda esses movimentos no artigo de Celso Vegro, do Instituto de Economia Agrícola.
De acordo com a Organização Internacional do Café, queda foi de 1,6% em janeiro de 2015 e momento continua a exercer pressões de baixa no mercado.
Atualmente, os fundamentos seguem baixistas. Mas afinal, até quando? A Fundação Procafé debate os fatores de sustentação e pressão do mercado de cafés
As cotações do café em NY estavam em faixa de consolidação, com suporte em 170 c/lb. Porém, com dois grandes riscos baixistas
As oscilações de preços do café arábica serão limitadas no curto prazo por especulações baixistas, estoques volumosos e oferta ampla no mercado físico, disse o Citigroup em relatório nesta quarta-feira (06/03), depois de os futuros terem caído quase 4% na sessão anterior. Mercados vêm ignorando o surto do fungo roya na América Central e os preços em Nova York encontram dificuldades para subir.
A descida dos preços internacionais do café foi mantida no mês de maio, com o fundo do poço ainda sendo testado, e as cotações atingiram no período os patamares mais baixos desde 2009. Agora, a colheita está em andamento, pesando sobre o mercado.
Mercado apresenta recuperação após mínimas de quase três anos, mas pessimistas ainda especulam que safra mundial maior que o previsto poderá pressionar. No Brasil, o VBP - Valor Bruto da Produção do café deverá atingir R$ 17,1 bilhões em 2013, contra R$ 25,2 bilhões no ano anterior, sofrendo a maior redução em relação a 2012 (32%), considerando todos os produtos vegetais e pecuários analisados.
Segundo o banco Macquaire, instituição financeira global de origem australiana, a abundância de café no mercado global pesou sobre as cotações nas últimas semanas, e "há muitas razões para acreditar que a perspectiva negativa possa se estender até 2013".
Rodrigo Costa aponta que a combinação da queda dos certificados com o estreitamento da estrutura e o rompimento de médias-móveis e linhas de tendência baixistas de longo prazo, desencadeou a compra dos fundos
Leves perdas ocasionadas por fundamentos baixistas foram compensadas em parte por correções técnicas
A Organização Internacional do Café (OIC) divulgou seu relatório sobre o mercado cafeeiro em fevereiro de 2010. Neste mês, os preços do café foram inferiores aos de janeiro, e a média mensal do preço indicativo composto da OIC caiu de 126,85 para 123,37 centavos de dólar dos EUA por libra-peso. Os preços, no entanto, permaneceram relativamente firmes, devido sobretudo à redução da oferta de Suaves Colombianos e a dificuldades climáticas que têm afetado muitos países exportadores, contribuindo para a intensificação da volatilidade dos preços.
Os grandes fundos de investimento intensificaram os sinais de cautela em relação às commodities agrícolas. Dados divulgados na sexta-feira pela Comissão de Comércio de Futuros de Commodities (CFTC, na sigla em inglês) dos EUA mostram que os fundos liquidaram contratos de compra, papéis com os quais apostam na alta dos preços, em praticamente todos os produtos da cesta entre os dias 21 e 28 de junho.
Após interromper uma sequência de oito valorizações mensais e recuar em março, o índice de preços globais de alimentos da FAO permaneceu praticamente estável em abril. Segundo levantamento divulgado na quinta-feira pelo braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação, o indicador fechou o mês passado em 232 pontos, ante os 231 de março e o recorde histórico de 237 pontos batido em fevereiro. Em relação a abril de 2010, a alta ainda chega a 36%.
Após o início efetivo da safra 2010/11 de robusta do Espírito Santo em março, as cotações da variedade recuaram significativamente em abril. Segundo colaboradores do Cepea, apesar de a colheita ainda estar no início, o volume de grãos novos disponível já é significativo, cenário que tem pressionado as cotações. Além disso, ainda resta cerca de 20% dos cafés remanescentes da temporada 2009/10 para serem comercializados.
Os contratos futuros de café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) caíram 5,2% nesta quinta-feira, com vendas especulativas associadas ao fortalecimento do dólar e perdas nos índices de commodities.
O mercado de café arábica na Bolsa de Nova York vem se mantendo nos últimos meses no patamar que vai de US$ 1,60 a US$ 1,80 a libra-peso. Chegada da safra de outras origens concorrentes do Brasil, como países da América Central, Colômbia e Vietnã, é um dos fatores baixistas, seguido das boas floradas Brasil afora, mesmo que, segundo especialistas, estas não sejam garantia de garnde safra.
As tarifas impostas por Trump prometem proteger os EUA, mas podem isolar o país, desestabilizar mercados e, no caso do café, criar efeitos opostos ao desejado - afetando preços, consumo e cadeias globais
Relatório divulgado indica que, em linha com a dinâmica que vem ocorrendo nas últimas semanas, as cotações do café voltaram a responder aos marcadores técnicos
Marcelo Fraga analisa as oscilações dos preços do café arábica e canéfora e a expectativa da próxima safra
Preços do café foram acentuadamente mais baixos pelo terceiro dia. Arábica registra mínima de 3 meses no futuro próximo e robusta cai para uma mínima de 2 meses
HedgePoint Global Markets realizou um painel na última quarta-feira (23) sobre o tema e destacou os problemas em torno da produção cafeeira atual