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Exportador de café do ES é condenado por sonegar R$ 21,5 milhões

Da redação

O Ministério Público Federal no Espírito Santo (MPF/ES) determinou pena de quatro anos, cinco meses e dez dias em regime semiaberto ao empresário Marcos Alexandrino Martins Astolpho, administrador da Exportadora de Café Astolpho S.A por sonegação fiscal.

Foto: Alexia Santiagencia Ophelia/ Café Editora                  Foto: Alexia Santiagencia Ophelia/ Café Editora 

Segundo a sentença, Astolpho suprimiu R$ 21.511.900,16 de Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). O condenado também deverá pagar multa no valor de R$ 32.770,00, atualizados monetariamente desde outubro de 2013.

Segundo apuração da fiscalização, a Exportadora de Café Astolpho S.A utilizava empresas laranjas como intermediadoras fictícias na compra do café dos produtores, tendo como única finalidade a venda de notas fiscais, garantindo, assim, a obtenção ilícita de créditos tributários.

A fraude diminuiu a carga tributária da empresa na comercialização do mercado interno. E mais: "nas vendas ao mercado externo, cujas operações estão isentas da incidência do PIS/Cofins, o esquema gerou créditos ilícitos de 9,25% sobre o valor das compras, o que representa um ganho financeiro extraordinário", diz a sentença que condenou o empresário.



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GLADSTON MACHARETH

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 12/06/2017

André, concordo plenamente com você, mas o "esquecimento" que referi em meu comentário era com relação à parcela dos corruptos ... não pagou, foi indiciado!
ANDRÉ BARBOSA

MACAÉ - RIO DE JANEIRO - CONSULTORIA/EXTENSÃO RURAL

EM 08/06/2017

Se esquecer de recolher mais de R$20 milhões é um tanto quanto dificil de acreditar, pra dizer o mínimo.

Sinceramente, está cada dia mais claro que o grande empresariado é umbilicalmente ligado a políticos e judiciários corruptos.
GLADSTON MACHARETH

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 05/06/2017

Não quero dizer, com o meu comentário acima, que aprove o comportamento do produtor/empresário, mas que reprove, terminantemente, a imparcialidade e ineficiência da justiça brasileira!
GLADSTON MACHARETH

CAMPO GRANDE - MATO GROSSO DO SUL

EM 05/06/2017

A justiça brasileira foi rápida e, digamos, eficiente nesse caso, mas como ela se comporta com as fraudes políticas que estão estampadas na mídia ? Acredito que, nesse caso, esse produtor/empresário tenha se esquecido da contribuição devida aos corruptos!