Cafezais com muitas flores indicam falta de folhas no interior da lavoura
A abertura das flores é linda, mas produtores podem ter algum problema mais pra frente.
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A abertura das flores é linda, mas produtores podem ter algum problema mais pra frente.
Segundo a instituição, a formação de geadas nesse momento é benéfica para as culturas de inverno.
As floradas, a fase do chumbão e, por fim, a granação. Veja como a safra 2017 está se desenvolvendo na área de atuação da maior cooperativa do país.
Em seu primeiro relatório para a safra cafeeira 2015/2016 a Conab projetou colheita entre 44,11 e 46,61 milhões de sacas.
A seca de 2014 atingiu a cadeia produtiva de forma severa. Em 2015, número da produção deve se repetir.
Com o avançar da colheita, tem aumentado as especulações sobre a produção do Brasil
O presidente da Associação dos Produtores de Café da Bahia - Assocafé argumenta que o custo de produção da saca é de R$ 400. O preço do café durante o ano de 2012 acumulou queda de aproximadamente 30% em todo país, vendida a saca por R$350,00. Como encontrar a sustentabilidade econômica ao cafeicultor baiano em específico e ao brasileiro em geral? Ações atuais do Governo são suficientes?
O objetivo da análise foi caracterizar as peculiaridades dos custos de produção de café na Região e mostrar os indicadores associados aos cafeicultores mais, e menos, eficientes em termos da alocação dos seus custos de produção. Os parâmetros observados indicam que o grupo acompanhado apresenta grade heterogeneidade quando aos aspectos técnicos e econômicos.
No acumulado no ano de 2009, em relação ao mesmo período de 2008, o PIB variou -0,2%. Nessa comparação, a agropecuária (-5,2%) e a indústria (-5,5%) tiveram quedas, enquanto os serviços (2,6%) cresceram. Assim, segundo as informações das Contas Nacionais Trimestrais, em 2009, o PIB em valores correntes alcançou R$ 3.143 bilhões.
Em 2010, o PIB brasileiro variou 7,5% em relação a 2009. Beneficiado pela baixa base de comparação do ano anterior, o crescimento acumulado do PIB em 2010 é o mais elevado desde 1986 (também de 7,5%). Entre 2001 e 2010, o crescimento anual médio foi de 3,6%, acima do registrado na década anterior (1991-2000), quando o PIB a preços de mercado cresceu, em média, 2,6%.
Segundo a Organização Internacional do Café (ICO, na sigla em inglês) "o café é o segundo produto que mais se comercializa depois do petróleo". É uma das bebidas mais consumidas do planeta. Reunir tantos consumidores faz com que as empresas invistam sempre em novas fórmulas de produção, distribuição e consumo.
Em 9 anos a saca do café se valorizou mais do que o café torrado e moído vendido ao consumidor. No período de janeiro de 2002 a janeiro de 2011, o quilo do café no varejo valorizou 75,92%, enquanto a saca do arábica subiu 293,32% e do café conilon 310,93%. A margem da indústria está se estreitando com aumento do preço da saca e quase estabilidade de preço no varejo.
As vendas acumuladas do setor de supermercados em 2010 cresceram 4,20% em relação a 2009, de acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). No acumulado de 2010, os produtos com as maiores altas foram: feijão, com 51,6%; papel higiênico, com 43,3%, carne (parte traseira), com 34,9%, queijo mussarela, com 34,3%, e queijo prato, com 32,8%.
Uma das medidas urgentes para o produtor de café sair do sufoco é o estabelecimento do preço mínimo de R$ 355,00, compatível com o custo de produção, além do reescalonamento das dívidas do setor de todos os contratos, vencidos ou a vencer, uma vez que o cafeicultor não tem atualmente condições de cumpri-los. Essas e outras reivindicações foram enviadas ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, pelo presidente da FAEP, Ágide Meneguette.
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