Técnica de Terraceamento viabiliza cafeicultura de montanha no Sul de Minas
Para abordar temas de mercado deste ano, a CNA realiza o Seminário Nacional do Projeto Campo Futuro 2015.
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Para abordar temas de mercado deste ano, a CNA realiza o Seminário Nacional do Projeto Campo Futuro 2015.
Processo reduz mão de obra e gera menor custo para a cafeicultura de montanha. Por Anderson William Dominghetti, doutorando em Fitotecnia da Ufla e Daniel de Souza Reis Junior, graduando Agronomia da Ufla
Na última sexta-feira (15), a fazenda Recreio, em São Sebastião da Grama (SP), recebeu a visita de cerca de 70 profissionais ligados ao café, entre técnicos, professores, pesquisadores, produtores e consultores. O objetivo foi conhecer e trocar opiniões técnicas sobre a prática de terraceamento das lavouras de café em áreas de montanha.
Os desafios da cafeicultura de montanha têm exigido dos cafeicultores persistência e criatividade para encontrar soluções que facilitem os tratos culturais e permitam a redução dos custos de produção. Desde abril de 2010, produtores, pesquisadores, técnicos e consultores debatem o terraceamento das montanhas onde se cultiva café, como alternativa para facilitar os tratos culturais que oneram a atividade. Para ampliar este debate, foi articulada entre os membros da rede social Peabirus uma visita técnica à fazenda Recreio, nesta sexta-feira (15), em São Sebastião da Grama (SP).
A participação do Brasil no mercado mundial passou de 22 a 33%. Entretanto há desafios para reter e aumentar esta participação, como explicaremos. Por Carlos Henrique Jorge Brando.
Conheça mais sobre a técnica que consta da abertura de terraços, com cerca de 1,5 m de largura, nas ruas ou no espaço entre-linhas do cafezal. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e J. Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos das Fazendas Sertãozinho.
A 41ª edição do Congresso Brasileiro de Pesquisas Cafeeiras apresentou outros trabalhos de pesquisa.
José Braz Matiello,da Fundação Procafé, Hugo V. Siqueira - da FAERJ, Wallace P. Couto do Programa Bule Cheio e Francisco Degli Sporti- cafeicultor.
Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé, M.L. Carvalho - engenheiro agrônomo Fazenda Reunidas LeS, Hugo Siqueira- engenheiro agrônomo Senar-FAERJ e C.A. Krohling- engenheiro agrônomo e consultor.
A cafeicultura de montanha é responsável por um volume de produção anual de cerca de 13-15 mi de sacas de café no Brasil, sendo a principal fonte de empregos no setor agrícola daquelas regiões. Mas, apesar dos grandes avanços já obtidos, as perspectivas não são boas, diante do fato da mão de obra estar se tornado cada vez mais cara, escassa e de baixa produtividade. Por José Braz Matiello
Em matéria divulgada aqui no CaféPoint, abordou-se a questão da falta de tecnologia na cafeicultura de montanha, que tem originado debates na cadeia produtiva e órgãos públicos para que se encontre soluções a este desafio. Confira os diferentes pontos de vista e argumentações por parte de cafeicultores-leitores sobre esta questão e participe com sua visão sobre o assunto.
O engenheiro florestal Emílio Bizon Neto, prefeito de São Sebastião da Grama, destaca que o melhoramento das estradas rurais da região foi fundamental para a cidade ganhar o status de produtora de cafés campeões de qualidade no estado de São Paulo. "A maior perda do cafeicultor com as estradas ruins é na colheita, no caminho do campo até o terreiro. Agora, os produtores estão investindo maciçamente em qualidade", afirmou.
Evento, que acontece até 29 de maio no aeroporto de Três Pontas (MG), revê conceitos sobre a tecnologia
Incrustado na Serra da Mantiqueira, o Vale da Grama tem sido destaque nos concursos de cafés especiais desde 1999 e, no final do ano passado, foi reconhecido como a mais nova indicação geográfica cafeeira do estado paulista
O uso de mini escavadeiras tem se sobressaído entre as várias formas e equipamentos que podem ser usados na abertura de terraços em lavouras de café de montanha
Equipamento trabalha em terrenos inclinados, abrindo terraços ou pequenos sulcos para facilitar o trânsito e favorecer as operações de manejo dos cafezais
A mecanização dos tratos nas lavouras de café é básica para a redução de custos de produção e para uma maior competitividade na cafeicultura
Matiello explica como utilizar e as opções no campo
Criação de ruas no cafezal possibilita a colheita por máquinas e reduz custos para produtor
Dentre as pragas existentes na agricultura brasileira, os nematoides estão entre as mais comuns e impactantes. Responsáveis por perdas expressivas na produção agrícola e prejuízos bilionários, eles podem ser encontrados nas mais diversas culturas e afetam diretamente a produtividade das lavouras.
Em espaços para debate, importantes nomes da cadeia produtiva do café trouxeram os temas mais relevantes neste ano. Veja os assuntos que os leitores do CaféPoint mais buscaram.
A natureza e causas da formação da riqueza das nações, de sua população, empresas e instituições originou a ciência econômica. Ainda que filósofos tenham se preocupado com a temática, foi somente com Adam Smith ao publicar em 1776 o clássico: "A Riqueza das Nações", que se constituiu efetivamente o que atualmente conhecemos como economia ou economia política. Aliando-se essa nova riqueza com as novas exigências de sustentabilidade sócio-ambiental, temos diante de nós a verdadeira cafeicultura competitiva do século 21.