Colômbia diversifica exportações de café à UE
A região colombiana do Triângulo do Café já exporta para 22 dos 28 países membros do bloco europeu.
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A região colombiana do Triângulo do Café já exporta para 22 dos 28 países membros do bloco europeu.
O desafio para uma empresa rural é dar continuidade ao seu funcionamento por várias gerações. É sabido que isto não é tarefa fácil para o fundador e as gerações seguintes. Para que um processo de continuidade da empresa rural com crescimento e distribuição de lucros seja bem sucedido, é importante que se elaborem regras para toda a família. Quando falamos em família, estamos falando dos sócios e dos futuros sócios. O problema pode estar no fato de que os fundadores não tratem a empresa rural como um negócio ou uma empresa, e sim como agricultura e pecuária.
Aconteceu na última terça-feira (31) o 4º Fórum & Coffee Dinner, promovido pelo Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil). O objetivo principal do fórum foi apresentar e discutir os desafios da cadeia para nova década. Carlos Henrique Brando, consultor da P&A Marketing, mionistrou palestra para falar sobre o consumo de café nos países produtores.
A Câmara de Torrefadores de Café da Costa Rica pediu a abertura de uma negociação para importar café do Peru, aproveitando o marco da negociação de um Tratado de Livre Comércio (TLC) entre os dois países. O interesse dos empresários é obter melhores condições para a importação de café verde, o qual, segundo dizem, ajudaria a compensar a escassez enfrentada pela indústria costa-riquenha neste momento para abastecer o consumo interno.
A exportadora Comexim estimou os estoques finais de café do Brasil na temporada 2009/10 em um dos patamares mais baixos da história do maior produtor mundial da commodity, segundo relatório divulgado nesta quinta-feira (15). "O fato é que o Brasil precisa produzir pelo menos 50 milhões de sacas, e se tomarmos a tendência de consumo no mundo, bem como internamente, nós rapidamente precisaremos alcançar a meta de 60 milhões de sacas para ter uma situação estatística razoavelmente confortável", afirmou John Wolthers.
Luis Carlos Brioschi é engenheiro agrônomo, secretário Municipal da Agricultura de Jaguaré/ES, responsável e incentivador do projeto Conilon Especial. "O Conilon Especial é um projeto de melhoria de qualidade dos cafés da espécie <i>C. canephora</i>, mais precisamente da variedade Conilon. O projeto foi criado devido a percepção de uma oportunidade no mercado de cafés finos.", afirma Luis Carlos. Acesse e confira a entrevista na íntegra.
Fernando de Souza Barros, Diretor Executivo de Assuntos Econômicos da SINCAL, comenta sobre o que vêm acontecendo em relação a entrega de café das cooperativas para Conab. Ele recomenda para quem ainda tem café em cooperativas, que vejam a possibilidade de ainda entregá-lo na CONAB, tirando o produto de circulação.
Manoel Bertone, Secretário de Energia do Departamento de café do Ministério da Agricultura fala sobre pagamento das opções de café e entregas para o segundo leilão de opções do governo, em entrevista dada no dia 25 ao programa Mercado & Companhia do Canal Rural. Acesse e confira o conteúdo na íntegra.
Sempre se discutiu perante os Tribunais se o critério da tributação para fins de incidência do IPTU ou do ITR é o da destinação do imóvel ou a sua localização. Os Ministros entenderam que o critério espacial (localização) não é o único a ser considerado, como faz parecer o Código Tributário Nacional. Em outras palavras, o proprietário de imóvel com destinação comprovadamente rural, mesmo que localizado em área urbana, deve pagar ITR e não IPTU.
O diretor executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Néstor Osorio, informou que houve um mal-entendido com relação aos comentários feitos por ele durante entrevista televisiva à uma agência de notícias, em Londres, na última terça-feira. Osorio mencionou que, em teoria, existe um potencial para que o Brasil produza safras próximas a 60 milhões de sacas.
O diretor-executivo da Organização Internacional do Café (OIC), Néstor Osório, acredita que a tradição do café no consumo diário e o baixo custo por xícara servida devem "isolar" a commodity da atual crise mundial e sustentar seu crescimento nos próximos anos. A OIC prevê ainda que os preços do produto devem subir no médio prazo com o aumento do consumo e a menor produção do Brasil por causa da bienualidade do café.
Produtores podem enviar suas amostras até 10 de setembro. Concurso tem como objetivo incentivar a melhoria da qualidade dos cafés produzidos no município
A profunda divergência entre produtores e todo o restante do agronegócio (torrefadores/solubilizadores e exportadores) em torno do drawback café continua sem uma solução em vista. Estudos foram elaborados, debates promovidos e o tema permanece sem adequado tratamento. Impregnou-se no meio rural a idéia de que trazer café verde do exterior para processá-lo internamente visando à reexportação, geraria concorrência com a oferta doméstica contribuindo para a queda de suas cotações. Nada mais falso. É sabido que cada 10.000 sacas de café verde desviadas da exportação para o processamento industrial com foco na exportação, tem condições de gerar 88 novos postos de trabalho. Ora, para um país que se gaba de exportar 26 a 28 milhões de sacas de café verde in natura, poderia, igualmente, vangloriar-se do feito em incrementar em 1 milhão de sacas nas exportações de solúvel e torrado e moído com geração de 10 mil novos empregos a partir da adoção do drawback.
Afinal, como a terceira onda do café funciona no mercado? Bruno Varella faz uma analise sobre o tema
Cafeeiros que muito mostram as flores nem sempre vão ser os mais produtivos
A maioria dos cafés considerados bons e frutados na metodologia SCAA e reprovados na metodologia do espresso, são de cafés naturais que sofreram fermentação agressiva. Por Dr. Aldir Alves Teixeira e Regina Teixeira.
Falta de chuvas combinada com altas temperaturas, poderiam paralisar o desenvolvimento da ferrugem. No entanto, outras condições favoráveis à doença prevaleceram. Por José Braz Matiello, Saulo.R de Almeida e Rodrigo N. Paiva, engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e Sálvio Gonçalves, engenheiro agrônomo e consultor em cafeicultura.
Para o agronegócio brasileiro, efeitos combinados de estresse econômico e geopolítico poderão promover acirramento da competitividade nos mercados de commodities. Por Celso Luis Rodrigues Vegro, engenheiro agrônomo e pesquisador científico do Instituto de Economia Agrícola.
Os produtores rurais de Cabo Verde - Sul de Minas divulgam carta aberta à presidente Dilma Rousseff expondo a crítica situação dos cafeicultores brasileiros. "Senhora Presidente da República, queremos sobretudo ser ouvidos e também orientados porque confiamos na sua capacidade de articular soluções políticas e econômicas para os problemas de nossa classe." Por Jerônimo Giacchetta
Análise dos Campeões do café da safra 2011, por Ensei Neto.
Quais são as motivações dos líderes da formulação das políticas de segurança alimentar no País para fomentarem o debate que afirma que o modelo agrícola brasileiro é uma ameaça à segurança alimentar e nutricional? Essa decisão de colocar como inimiga a produção agrícola que utiliza tecnologia, está integrada aos mercados (nacionais e internacionais) e busca competitividade via ganhos de escala - agronegócio - procede?
As cotações do café arábica registraram leve alta nesta terça-feira (21), contudo acumulam desvalorizações no período de um mês. Desde meados de maio as cotações vem registrando consecutivas baixas mesmo com demanda aquecida, estoques apertados e oferta ainda restrita, mesmo com a colheita no Brasil começando. O que tem influenciado o mercado negativamente é principalmente a crise financeira na Europa. Produtores brasileiros têm segurado as vendas à espera de novas altas.
A adoção de uma unidade de secagem apropriada, técnica e economicamente viável, exige o conhecimento de alguns aspectos, como: gerenciamento do sistema, capacidade de secagem, eficiência energética, tipo de energia, bem como da influência que esses parâmetros exercem sobre a qualidade final do produto. Assim, considerando os altos custos energéticos e os baixos preços dos produtos agrícolas, torna-se indispensável conhecer, pelo menos, o consumo específico de energia e a qualidade do produto após a secagem. Assim, o custo inicial e a capacidade dinâmica não são conhecimentos suficientes pra se decidir quanto à aquisição de um sistema de secagem.
A matéria orgânica do solo é considerada uma peça fundamental para a manutenção da capacidade produtiva dos solos em qualquer ecossistema terrestre. Do ponto de vista físico, melhora a estrutura do solo, reduz a plasticidade e a coesão, aumenta a capacidade de retenção de água e a aeração, permitindo maior penetração e distribuição das raízes. Atua diretamente sobre a fertilidade do solo por constituir a principal fonte de nutrientes essenciais às plantas, como também indiretamente, aumentando a capacidade de retenção dos mesmos.