Diferenças no ataque de pseudomonas e phoma/ascochyta em mudas de café
É comum confundir o ataque das doenças, pois os sintomas são parecidos. Mas é preciso ter certeza na identificação, uma vez que os tratamentos de controle são diferentes
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É comum confundir o ataque das doenças, pois os sintomas são parecidos. Mas é preciso ter certeza na identificação, uma vez que os tratamentos de controle são diferentes
Observações feitas em viveiro de mudas e em lavouras no campo mostram que existem materiais genéticos de café com boa resistência ao ataque de Pseudomonas
A poda sanitária, eliminando inóculo da bactéria Pseudomonas, pode auxiliar no controle da mancha aureolada em plantas de café
Combinação entre ocorrência de chuva de granizo e ataque de Pseudomonas aumenta danos sobre cafeeiros atingidos por esses problemas
A bactéria causa a doença Mancha Aureolada em cafeeiros, atacando folhas, ramos e até frutos. Por José Braz Matiello e Saulo R. Almeida - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e J. Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos Fdas Sertãozinho.
A doença mancha aureolada, causada pela bactéria Pseudomonas seryngae pv. garcae, é problemática em ambientes úmidos e frios. Ocorrendo em lavouras no campo e viveiros. Por José Braz Matiello e Saulo R. Almeida - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e José Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho
Doença é causada pela bactéria Pseudomonas seryngae pv. garcae, que ataca folhas e ramos, e causa lesões e morte de tecidos de cafeeiros
Foi observado que plantas mais fracas, especialmente as que têm deficiências induzidas por problemas de raízes, são mais sujeitas a ao ataque de Pseudomonas
A doença causa sintomas sobre as folhas, rosetas, frutos novos, ramos laterais e, ainda, ramos do ponteiro das plantas. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e J.R. Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho.
Infecção é favorecida por condições de temperaturas baixas e umidade alta.
Quatro ocorrências são aqui destacadas: a floração desigual, a escaldadura da folhagem, a queda de frutos e o ataque da mancha aureolada. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Por José Braz Matiello, Rodrigo N. Paiva e Gabriel Lacerda Engs Agrs Fundação Procafé e Juliano de Carli e André Moraes Reis, Bolsistas Fundação Procafé.
Lavouras apresentam boa produtividade e, "Como o pássaro, a cultivar se veste de verde e amarelo", escrevem Por J. B. Matiello, S.R. Almeida e Iran B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e J. R. Dias e Lucas Franco engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho.
Observações em viveiro durante o dia constataram a ocorrência de lesmas em número significativo, escondidas sob as caixas de mudas. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé; J. Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos Fazendas Sertãozinho; e P.C. de Almeida - técnico agrícola Viv. Vale Verde.
A instalação de quebra-ventos é indicada, especialmente, para a proteção de cafezais no primeiro ano de campo, evitando efeitos danosos. Por José Braz Matiello, engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e Sálvio Gonçalves, engenheiro agrônomo e consultor em cafeicultura.
Alta na umidade durante outono pode facilitar a proliferação de pragas e janela sem chuva nos próximos dias deve ser ideal para a prevenção na lavoura.
A Fundação Procafé realizará em maio de 2013, seus tradicionais Dias de Campo, na Fazenda Experimental de Boa Esperança (08 de maio) e na Fazenda Experimental de Varginha (22 e 23 de maio), ambas no Sul de Minas. Confira os detalhes.
Uma das maiores preocupações dos cafeicultores atualmente são as bacterioses do cafeeiro, principalmente a mancha aureolada, doença que se espalha rapidamente causando grandes prejuízos em viveiros e no campo. Nos últimos meses a incidência do problema aumentou e já pode ser observado em várias regiões produtoras de Minas Gerais. Por Fabio Alvarenga, com participação do coordenador do INCT Café, Mário Lúcio Vilela de Resende.
Chegamos à época de finalizar as adubações. Conforme o programado no início do período das águas, as adubações de NPK são divididas em três ou quatro parcelamentos, iniciando no final de outubro e encerrando no final de março. Por isso é de grande importância a avaliação do estado nutricional da lavoura e a verificação de possíveis desequilíbrios nutricionais, visto que o tempo hábil para correções é curto.
Uma doença pouco conhecida e muito favorecida pelo tempo chuvoso e de temperatura amena tirou o sono dos cafeicultores da região da Alta Mogiana, em São Paulo: a mancha aureolada. A doença ataca todas as partes da planta (ramos, flores, frutos e folhas), causando necrose e até a morte do pé de café. Segundo o agrônomo da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec), Saulo Faleiros, a doença causou grandes perdas para os produtores de café da região.
A mancha aureolada, causada pela bactéria Pseudomonas syringae pv. garcae, tornou-se uma doença muito importante da cafeicultura, especialmente em algumas regiões, como o sul e o cerrado mineiro, além dos estados de São Paulo e Paraná. Por isso, a pesquisadora do Instituto Biológico de Campinas (SP), Flávia Rodrigues Alves Patrício, tem ministrado palestras com o intuito de difundir as informações e peculiaridades da doença por toda a comunidade cafeeira.
Enfermidade ataca plantas de café no campo e as mudas em viveiros, provocando lesões em folhas e nos ramos que resultam em necrose e morte dos tecidos
De acordo com artigo publicado na BMC Microbiology, novo estudo analisou o potencial de uma bactéria para controle biológico do fungo Hemileia vastatrix
Observações de campo em lavouras de café mostram que o ataque de Phoma se agrava em áreas de cafeeiros atingidos por chuvas de granizo