Projeto de pesquisa da Epamig busca agregar valor às cadeias produtivas
Proposta, aprovada pela Fapemig, tem como foco rastreabilidade e caracterização da origem geográfica
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Proposta, aprovada pela Fapemig, tem como foco rastreabilidade e caracterização da origem geográfica
As variedades de café mais cultivadas no Brasil são a catuaí e a mundo novo, materiais de boas características vegetativas e produtivas, porém suscetíveis às principais doenças do cafeeiro
Por José Braz Matiello, Saulo R Almeida e Iran B. Ferreira - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e C.H. S. Carvalho - pesquisador da Embrapa-Café.
O cenário é resultado de boas práticas de manejo e investimento em tecnologia.
O relator do Código Florestal na Câmara dos Deputados, o deputado federal Paulo Piau (PMDB-MG), afirma que a aprovação do texto gerará muitas mudanças para o campo e para a cidade. Ele aponta inclusive que haverá perdas de áreas produtivas.
Desencantados com a atitude do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que parece cada vez menos disposto a cumprir a promessa de atualizar os índices de produtividade rural no País, os líderes do Movimento dos Sem-Terra (MST) planejam mudanças em suas táticas. Estudam a realização de uma jornada de ocupação de propriedades produtivas.
Com entrega imediata, material é armazenado em câmara fria e contribui para a obtenção de mudas e plantas mais sadias e produtivas
A renovação de cafezais, com a substituição de lavouras velhas e improdutivas por lavouras novas, com melhores espaçamentos e variedades mais produtivas, é uma prática importante nas fazendas de café
A instituição elabora projetos de crédito rural para que o produtor possa custear as atividades produtivas e investir em melhorias da propriedade. A principal atuação da empresa é com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)
Fenômeno vem sendo registrado por conta de chuvas precoces acumuladas dos últimos dias em áreas produtivas do Brasil
No decorrer da década de 90, principalmente em sua segunda metade, a cafeicultura retoma sua importância na ocupação de mão-de-obra com nova configuração. Ou seja, as regiões que já eram produtoras se especializam e passam a requerer grande número de trabalhadores comuns, bem como começam a dar sinais de maiores necessidades de mão-de-obra qualificada.
A cidade de Huila, na Colômbia, será sede de um encontro para divulgar as capacidades produtivas do setor cafeeiro.
Consultor em questões ambientais, Eder Zanetti aborda em artigo exclusivo a importância da marca Brasil de qualidade ambiental, que precisaria, segundo ele, "estar refletida nas cadeias produtivas e de prestação de serviços nacionais que vão para o mercado globalizado, uma forma de garantir competitividade, emprego e renda para uma população que pratica desenvolvimento sustentável". Para isto, explica as complexidades que envolvem um projeto nacional de tamanha envergadura.
O ministro da agricultura e desenvolvimento rural, Andrés Felipe Arias Leiva, disse que os cafeicultores da Colômbia contam com um conjunto de instrumentos para aumentar a produtividade, proteger os rendimentos em situações de crises e tornar produtivas zonas marginais. O programa de renovação dos cafezais dirigido a pequenos produtores terá um maior dinamismo do que o esperado em 2008, pois se espera renovar 90.000 hectares, 50% a mais do que o proposto inicialmente.
A Caixa Econômica Federal iniciou o pagamento do Programa de Fomento às Atividades Produtivas Rurais, que integra o Plano Brasil Sem Miséria, do governo federal. Serão beneficiadas famílias de agricultores, silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores, comunidades tradicionais, povos indígenas em situação de extrema pobreza e outros grupos populacionais definidos como prioritários por ato do Poder Executivo.
A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Fiesp, busca se fortalecer no setor do agronegócio. Para tal, o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues assumiu, ontem, o recém-criado Conselho Superior de Agronegócio.
Em comemoração aos 152 anos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, lançará, no dia 23 de julho, o Comitê Estratégico do Agronegócio. "Vamos ampliar o diálogo do ministério com as cadeias produtivas, os produtores e os empreendedores do setor rural, construindo uma agenda estratégica para o nosso agronegócio", registrou.
Apresentado nesta quinta-feira (19), o substitutivo do deputado Paulo Piau (PMDB-MG) ao novo Código Florestal (PL 1876/99) elimina a definição das faixas de áreas de preservação permanente (APPs) com atividades produtivas a serem recuperadas para todos os tamanhos de rios. Tanto o texto aprovado na Câmara quanto no Senado estipulam que, para cursos d´água com até 10 metros de largura, os produtores rurais devem recompor 15 metros de vegetação nativa.
Projeto consiste em construir oficinas que capacitarão estudantes em atividades produtivas e artesanais.
A seca deste ano, uma das piores desde 1961, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), jogou por terra a crença brasileira de que a água doce é um bem infindável. Não é. Água acaba. Rios e córregos secam. Barragens viram lama. Assim, como bem finito, a água deve ser gerenciada como um tesouro cada vez mais escasso, do qual depende a sobrevivência humana e importantes atividades produtivas.
O Brasil cultiva o café desde 1727, quando a história registra que o grão veio da Guiana Francesa, numa operação nebulosa, e ganhou as terras deste país liminarmente produtivas, com mão de obra escrava abundante e climas adequados à expansão dessa cultura, com larga tradição econômica, social e política. Até hoje, entre avanços e retrocessos, ainda persiste um elenco de problemas que afetam a economia cafeeira e os ganhos mais substantivos com esse grão se fazem depois da porteira da fazenda.
O secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais, Elmiro Nascimento, apresentou nesta sexta-feira (29), em Varginha, o balanço do agronegócio e os principais programas de governo desenvolvidos no sul de Minas. "É uma das regiões mais produtivas do estado, graças à tradição dos agricultores que se dedicam à atividade, à adoção de tecnologias para aumento da produtividade e em processos que garantem a qualidade da produção", afirma.
Decisões produtivas são grandemente selecionadas pautando-se por variáveis econômicas, cujos pilares, ainda que vinculados a sistemas produtivos complexos, sustentam a impressão em que desponta o cenário de 'transição robusta' no Espírito Santo. No cenário global, a hipótese de passividade dos consumidores não revela o que de fato acontece nesse mercado e deveria ser descontinuada. Por Celso Vegro e Vera Francisco