Diga como produz e o mercado dirá quanto vale
A forma como um alimento é produzido pode afetar sua saúde ou o futuro de comunidades inteiras.
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A forma como um alimento é produzido pode afetar sua saúde ou o futuro de comunidades inteiras.
Diante do aumento do interesse pelos cafés especiais, precisamos refletir sobre o posicionamento da cafeicultura brasileira. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutor em Economia Aplicada pela Universidade de Missouri - Columbia.
Não é de hoje que a carne é fraca. Tentativas de fraude sempre existirão - e não apenas em países em desenvolvimento. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e Doutor em Economia Aplicada pela Universidade de Missouri - Columbia.
Cooperar significa também garantir que o vizinho não esteja, por suas eventuais práticas questionáveis, destruindo a reputação de todo o grupo. Por Bruno Varella.
No décimo aniversário de sua chegada ao México, a Starbucks lançará seu novo modelo de negócios "Starbucks Food Services" para atrair mais clientes com o oferecimento de café em lugares de alto fluxo de pessoas. "Esse novo conceito levará a xícara de café ou a experiência da Starbucks aos pontos de venda específicos, como hotéis ou restaurantes em operação", disse uma fonte próxima à empresa, ainda que tenha deixado claro que não implica em um serviço a domicílio.
A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé foi a vencedora do 16º Prêmio ANDEF (Associação Nacional de Defesa Vegetal), com o projeto "Aprendendo Legal" inscrito na categoria Responsabilidade Social.
Com realização da Prefeitura Municipal de Poços de Caldas, EMATER e IFSULDEMINAS - ocorreu a premiação do 4º Concurso de Qualidade dos Cafés de Poços de Caldas, mais de 100 pessoas estavam presentes para conhecer os melhores cafés do município.
Colunista Bruno Miranda discute a recorrência do uso da palavra 'governo' nas queixas dos agentes ligados à cafeicultura em relação à atual situação. Conforme o texto aponta, de fato os tempos são difíceis; é preciso discutir, porém, qual é o melhor papel para o Estado diante do atual contexto. A ideia de que o poder público está presente para apagar incêndios econômicos é problemática, sendo necessário maior envolvimento da iniciativa privada no oferecimento de alternativas de longo prazo para o setor.
De forma crescente, nem mesmo a chance de se pensar duas vezes é dada aos produtores. Atentas ao gosto do consumidor, algumas empresas vêm aumentando a exigência em relação ao produto adquirido, buscando o fornecimento da matéria prima perfeita. Nas gôndolas dos supermercados, é crescente o interesse no oferecimento de um café com o maior número de atributos possíveis, como qualidade, respeito a regras sociais, ambientais, etc. No entanto, na hora de pagar a conta, é rara a iniciativa que se disponha a transferir mais recursos aos produtores. Aumenta a exigência, porém os ganhos da ponta da produção continuam constantes.
A Constituição Federal prevê que as cooperativas brasileiras recebam tratamento tributário específico, em virtude de sua natureza sócio-econômica. Essa prerrogativa legal muitas vezes é confundida com o oferecimento de benefícios indiscriminados a esse setor, em detrimento das demais formas de organização empresarial.
Bruno Varella comenta sobre as tecnologias existentes, a dúvida é os consumidores do futuro serão capazes de lidar com o número crescente de informações disponíveis?
Afinal, como a terceira onda do café funciona no mercado? Bruno Varella faz uma analise sobre o tema
Poderão os laços pessoais levar à consolidação de formas generalizadas de confiança em modelos alternativos de comercialização de produtos agrícolas?
Bruno Varella e Sylvia Saes questionam o plano de criação de um Fundo Global para o café, feito por Jeffrey Sachs, em julho
Bruno Varella lança um debate com uma uma série de argumentos e perguntas sobre as certificações
A melhora no monitoramento contribuiria para a diminuição do diálogo e da construção de laços de confiança. A cobrança por meio de indicadores objetivos é o melhor caminho?
Composto por indivíduos nascidos entre os anos 80 e o início do século XXI, o grupo demográfico é presença obrigatória na análise e nas notícias sobre o café. Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Com a progressiva conscientização dos consumidores, um fenômeno interessante tem ocorrido nos Estados Unidos: a proliferação de negócios dedicados a vender "comida saudável". Por Bruno Varella Miranda, mestre em Administração pela USP e doutorando em Economia Agrícola pela Universidade de Missouri - Columbia.
Embora os norte-americanos gastem cada vez mais em suas visitas às cafeterias e supermercados, o consumo de café no país está em queda. Por Bruno Varella Miranda.
Quando se fala de possibilidades de diferenciação na cafeicultura, é comum a comparação com a vitivinicultura. Desde a virada do milênio, principalmente, é crescente o número de especialistas que buscam relacionar ambos os setores. Certamente, há uma série de lições úteis oferecidas pelo caso do vinho.
Artigo expõe a bela trajetória das Mulheres do café de Divinolândia, cuja história de coesão e atividade em grupo em prol da melhoria das condições sociais e econômicas do "sexo frágil" na cafeicultura nacional, envolto em geral em um ambiente culturalmente machista, mesmo que recente, pode servir de inspiração às demais mulheres do café das diversas regiões produtoras deste país. Confira
Quando se fala em perdão de dívidas, preço mínimo, ou outras dessas políticas, é fundamental que seja levado em conta os efeitos que tais ações terão para os agentes envolvidos com a cafeicultura. Evidentemente, o governo possui um papel central na organização da rotina econômica; porém é necessário delimitar bem até que ponto sua ação é benéfica.
A criação e manutenção dos selos, se por um lado reduz os custos de mensuração de atributos desejados pelos consumidores e torna a negociação de contratos entre os agentes mais fácil, por outro acarreta outros gastos, necessários para manter tal estrutura de pé. Nesse sentido, vale questionar quem está pagando por isso no final das contas, além é claro de quem está ficando com a maior fatia do bolo.
Ao afirmar que os EUA adotarão uma nova trajetória, o presidente Obama manda um recado não apenas para o restante da comunidade internacional, que ao longo das últimas décadas tentou desfrutar da melhor forma a ânsia por consumo dos norte-americanos. As palavras de Obama trazem impactos diretos também para a sociedade dos EUA, tão acostumada a um ritmo irreal de busca por crédito.