Concessão de Indicações Geográficas bate recorde no Brasil
Entre janeiro e julho de 2021, país ganhou 11 novas IGs que reconhecem a notoriedade de um local na produção de bens e serviços e protegem essa origem
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Entre janeiro e julho de 2021, país ganhou 11 novas IGs que reconhecem a notoriedade de um local na produção de bens e serviços e protegem essa origem
Os trabalhos foram iniciados em 2016 com um levantamento histórico para confirmar a tradição e notoriedade dos cafés especiais da região
Localizada em Vitória da Conquista, na Bahia, a região é reconhecida pelo café commodity e conta com produtores que buscam investir no especial e ganhar notoriedade no mercado
A Bogani, marca de café que desde finais do ano passado integra o portfólio da NewCoffee, é uma das apostas estratégicas para o crescimento da empresa gerida por Pedro Oliveira. A marca "tem um fortíssimo potencial de crescimento, tem notoriedade, uma carteira de clientes brutal e agora que está autonomizada do negócio da cerveja queremos rentabilizá-la e fazê-la crescer", afirmou o presidente-executivo da NewCoffee.
Maior produtor de café do Brasil, com 50% da produção brasileira, Minas também se destaca no cultivo de cafés especiais. Somente na microrregião da Serra da Mantiqueira, no Sul do Estado, das 500 mil sacas produzidas anualmente, 40% são de grãos especiais. O café especial se diferencia do tradicional por ser produzido com 100% de grãos do tipo arábica, considerado o mais nobre dos cafés. Outro fator preponderante para a produção é o cultivo em altitudes elevadas, o modo de colheita e o processo de secagem do grão.
O registro é conferido a itens característicos de uma determinada região, o que garante identidade e qualidade diferenciada. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) investiu mais de R$ 1,5 milhão, nos últimos cinco anos, em convênios com associações de produtores, empresas de pesquisa e cooperativas para tornar viável a elaboração dos documentos necessários ao registro de Indicação Geográfica (IG) de produtos agropecuários.
Com o objetivo de incentivar o estabelecimento de Indicação Geográfica (IG) para o café produzido nos municípios de Machado, Poço Fundo e Campestre, será realizado, no dia 26 de maio, no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas (IFSULDEMINAS), campus Machado, um seminário para ampliação do debate sobre os desafios e oportunidades desta iniciativa.
Na última quinta-feira (15) foi realizado o lançamento do 1° Concurso de Qualidade do Café Conilon em Colatina. De acordo com o prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski, o objetivo do concurso é incentivar os agricultores da região a investir cada vez mais na qualidade da produção e também gerar notoriedade e credibilidade para a cafeicultura de Colatina.
A região da Serra da Mantiqueira de Minas Gerais é a mais nova região reconhecida para café que recebe registro de Indicação Geográfica. Segundo a pesquisadora da Embrapa Café, Helena Maria Alves, o registro de IG é uma alternativa para a diferenciação do café, que possibilita um nível de organização e informação sobre o mercado. Paulo Henrique Leme (PH), Consultor em Marketing estratégico no Agronegócio comenta qeu os Cafés do Brasil se fortalecem quando sua regiões se organizam e resolvem se mostrar ao mundo.
Entre os dias 23 e 26 de setembro, um dos cartões postais de Curitiba servirá de palco para baristas demonstrarem sua arte. O campeonato será organizado pela Associação Brasileira de Café e Barista (ACBB) em pleno Mercado Municipal.
Cerca de 160 pessoas, entre produtores, técnicos, lideranças e pesquisadores participaram do Seminário sobre Indicação Geográfica (IG) para o café produzido nos municípios de Campestre, Machado e Poço Fundo em Minas Gerais.
Ao protegerem identidade e qualidade do produto, cacauicultores brasileiros registram mais lucro, abrem estabelecimentos e veem crescer o turismo rural
O cultivo do fruto amazônico, realidade no estado paulista, desperta a atenção das grandes indústrias e dos pequenos chocolateiros
Cafés premiados são destaque nos estandes de regiões produtoras, que promovem a diversidade da bebida com degustações e muita história para contar
Entre Minas Gerais e São Paulo, existe uma região que consolida-se em solo vulcânico e une gerações em torno da produção de cafés especiais
No país das jabuticabas, ninguém presta atenção nas carambolas. Eis um caso perverso da burra unanimidade. A jabuticaba (árvore e fruto), cantadíssima em verso e prosa, alcançou notoriedade pelo exotismo, singularidade e exclusividade das terras tupiniquins. A carambola, embora reúna todas as características para ser ainda mais esquisita (fruto ovóide que em seção transversal tem formato de estrela), permanece relegada. Curiosamente, o contrário dessa evidência acontece quando consideramos o sentido figurado de "carambola": tramóia, trapaça, trambique... Nisso o Brasil é imbatível, pois somos, verdadeiramente, o país das interruptas carambolas públicas e privadas.
O presidente da APAC, ao divulgar a proposta discriminatória de rotulagem, ao mesmo tempo em que demonstra seu desconhecimento sobre as propriedades positivas do conilon, mostra também seus objetivos de buscar notoriedade, perseguindo outra ideia sem sentido algum, qual seja a de eleger-se presidente de uma inexplicável Associação Brasileira do Café Arábica.
Com implantação de diversos programas, cursos, orientações e concursos de qualidade, região trocou a commodity pela produção dos cafés especiais
Prêmio tem como objetivo incentivar a integração entre os municípios da região, além de valorizar a produção de cafés especiais em solos vulcânicos
A região da IG "Matas de Rondônia" abrange 15 municípios e representa 58,4% das unidades de produção de café do estado (10.147 famílias)
Grupo de cooperadas iniciou ano com planejamento estratégico estruturado em quatro frentes que incentiva participação efetiva e protagonista das mulheres
Iniciativa entre Sebrae, ABDI e Instituto CNA busca expandir possibilidades do mercado de produtores de cafés especiais no Brasil
Tecnologia complementa a Denominação de Origem obtida em 2013, tendo agora uma comprovação científica da exclusividade do café e do terroir Cerrado Mineiro
Iniciada por cafeicultores nativos e por outros que migraram de estados como São Paulo e Paraná, atividade cresceu e se fortaleceu ao longo das últimas décadas