O silêncio do campo: A saúde mental dos agricultores
Apesar de aparentar um estilo de vida mais leve e menos perigoso, estudos apontam que a saúde mental no campo é um fator preocupante
29 resultados para "mental"
Apesar de aparentar um estilo de vida mais leve e menos perigoso, estudos apontam que a saúde mental no campo é um fator preocupante
A cafeína pode ajudar mulheres idosas a adiarem a deterioração mental, sugere uma pesquisa francesa recém-publicada. Pesquisadores compararam mulheres com 65 anos de idade ou mais que bebem mais de três xícaras de café por dia a outras que bebem uma xícara ou menos. As mulheres que beberam mais café apresentaram menor deterioração da memória em testes num período de quatro anos.
Evento contará com cursos, oficinas e palestras que abordarão temas relacionados às áreas da cafeicultura, informática, empreendedorismo e saúde mental
Três xícaras de café por dia poderiam desacelerar a perda das funções mentais em homens, informou um estudo europeu.
Consumir cafeína pode ajudar a reduzir as chances de idosos com comprometimento cognitivo leve desenvolverem doença de Alzheimer, de acordo com uma pesquisa feita nas universidades do Sul da Flórida e de Miami, nos Estados Unidos. Os resultados, que foram publicados nesta terça-feira no periódico Journal of Alzheimer's Disease, mostraram que nenhum dos participantes do estudo que beberam ao menos três xícaras de café ao dia foi acometido pela doença durante o período da pesquisa.
Volume exportado cresceu 0,6% em relação a março e somou 3,122 milhões de sacas, segundo relatório do Cecafé
Conheça o papel deste profissional e a sua importância para a melhoria contínua da qualidade dos grãos brasileiros
Vídeo retrata a nova realidade da cafeicultura em Rondônia e apresenta a formação do terroir Amazônico para cafés Robustas especiais ao longo dos anos
O cafezinho de cada dia pode favorecer a saúde mental no processo de envelhecimento. Essa é a conclusão da primeira fase da pesquisa "A cafeína como estratégia de prevenção do declínio cognitivo no envelhecimento e em modelo experimental da Doença de Alzheimer", recém-publicada pela pesquisadora Lisiane Porciúncula, neurocientista do Departamento de Bioquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
O CaféPoint consultou o Dr. Darcy Roberto Lima, coordenador do Projeto Cérebro, Café & Saúde, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sobre a relação da cafeína e a síndrome do pânico. De acordo com Lima, cafeína em doses altas (480 mg) não causa síndrome do pânico em pessoas normais, além de, em doses moderadas e regulares, possuir uma série de benefícios comprovados para a saúde física e mental.
Pesquisas mostram que o café é a bebida mais indicada para atletas, pois é natural e mais saudável que qualquer produto artificial. O importante é o consumo diário e moderado, 3 a 4 xícaras de café torrado e moído ao dia. Os atletas que seguimos tomam café com leite pela manhã e depois 2 a 3 xícaras de café puro durante o dia, no meio da manhã, após almoço e no meio da tarde. O café deve ter torra marrom e não escura ou preta, pois nesta torra estão os compostos saudáveis, como antioxidantes, as lactonas , a niacina e os minerais, além da cafeína. Evite excessos ou doses elevadas e lembre que o café não aumenta apenas a capacidade física, mas principalmente a capacidade mental do atleta.
Posições catastróficas ajudam a despertar os incrédulos, tanto quanto provocam paralisia mental. Sabe-se que no copo d´água pela metade se encontra a diferença entre o otimista e o pessimista. Para este, o copo está quase vazio. Para aquele, quase cheio. É relevante. Certas práticas agronômicas, se adotadas, atenuam o cenário de aquecimento, amenizando a temperatura. A principal delas é a arborização da lavoura.
A melhora no monitoramento contribuiria para a diminuição do diálogo e da construção de laços de confiança. A cobrança por meio de indicadores objetivos é o melhor caminho?
No Brasil, o desafio é um só: garantir que as condições de sanidade adequadas sejam observadas pelos segmentos envolvidos e reconhecidas pelos consumidores. Por Sílvia Helena G. de Miranda, professora da Esalq/USP e pesquisadora do Cepea.
A comunidade médica e de pesquisadores considera, há alguns anos, o café benéfico à saúde humana e eficaz na prevenção de doenças, se consumido em doses moderadas, de 3 a 4 xícaras diárias (500 mg/dia).
Quente ou gelado, puro ou incrementado, o café é uma das bebidas mais saboreadas por pelo menos 79% dos brasileiros. É o que aponta uma pesquisa de orçamento familiar realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
<i>Uma xícara de café gasta 140 litros de água!</i> - Richard Jakubaszko: esta é a manchete que foi publicada na mídia e na blogosfera. A mídia acrítica e a blogosfera repercutiram tudo, sem quaisquer questionamentos, demonstrando um ambiente completamente idiotizado. Sintetizo de forma resumida, o que foi relatado. Na sequência faço alguns comentários que me parecem relevantes sobre as causas da falta de sentido crítico da mídia.
Estudos recentes mostram que a ingestão exagerada de cafeína aumenta levemente as chances de alucinações. De acordo com psicólogos da Universidade de Durham, na Inglaterra, se você consome muita cafeína - o equivalente a 7 xícaras de café - você tem 3 vezes mais chances de ouvir ou ver "coisas" do que se tivesse consumido menos de uma.
Nesta sexta-feira (7), o GLOBO REPÓRTER divulga o resultado de pesquisas que revelam: a bebida mais consumida no Brasil estimula as áreas de prazer do cérebro como o sexo e a música. No programa, você também vai ver que pessoas que tomam café têm menos chance de ter diabetes. Beber café com leite aumenta a atenção e é capaz de melhorar o rendimento escolar.
O hotsite www.porquecafe.com.br está divulgando informações sobre o universo do café. Os internautas poderão acessar dados de interesse de consumidores, distribuidores e produtores. O espaço na internet faz parte da campanha "Café é Saúde" lançada pelo governo com objetivo de estimular o consumo da bebida entre o público acima de 15 anos.
O tema da sustentabilidade é hoje uma questão "sine qua non" no negócio dos alimentos, fibras, bebidas, energia e demais derivados das matérias primas vegetais e animais - o agronegócio. Nessa ambientação de globalização, a "agriwar" representa a guerra comercial, das percepções, da distribuição e da origem das matérias primas, entre os diferentes interesses competitivos no mundo.
Algumas linhas de pesquisa conduzidas por especialistas de diversos países têm revelado os efeitos positivos do café, entre eles: reduzir o colesterol, auxiliar no combate a doenças coronarianas, proporcionar efeitos antidepressivos, reduzir o risco do mal de Parkinson, proteger contra diabetes do tipo 2, desenvolver ação antioxidante (que atua contra o envelhecimento das células), e auxiliar em processos de emagrecimento e na prevenção de alguns tipos de câncer (cólon e reto). Há estudos recentes, inclusive, que indicam que substâncias presentes no café podem prevenir demências e mal de Alzheimer e que o consumo moderado e regular inibe o alcoolismo e a depressão. No Brasil, a Fundação Zerbini assinou, em 2006, um protocolo com a Associação Brasileira da Indústria do Café para a criação da Unidade de Pesquisa Café-Coração do Incor, que até hoje tem conduzido pesquisas sobre a bebida.
O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo. Consumidores, entretanto, se mostram preocupados com os efeitos da bebida sobre a saúde, especialmente porque estudos contraditórios sobre benefícios e riscos da substância são publicados a cada mês. Agora, o Centro para Ciências de Interesse Público dos EUA fez uma extensa revisão dos mais importantes estudos divulgados e absolveu a cafeína de qualquer culpa.
O café não é remédio, mas a comunidade médico-científica já considera a planta como funcional (previne doenças mantendo a saúde) ou mesmo nutracêutica (nutricional e farmacêutico). Isso por que o café não possui apenas cafeína, mas também potássio, zinco, ferro, magnésio e diversos outros minerais. O grão do café também possui aminoácidos, proteínas, lipídeos, além de açúcares e polissacarídeos. Mas, o principal segredo: possui uma enorme quantidade de polifenóis antioxidantes, chamados ácidos clorogênicos.