Observações sobre o manejo da doença mancha aureolada em cafeeiros
Doença é causada pela bactéria Pseudomonas seryngae pv. garcae, que ataca folhas e ramos, e causa lesões e morte de tecidos de cafeeiros
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Doença é causada pela bactéria Pseudomonas seryngae pv. garcae, que ataca folhas e ramos, e causa lesões e morte de tecidos de cafeeiros
Enfermidade ataca plantas de café no campo e as mudas em viveiros, provocando lesões em folhas e nos ramos que resultam em necrose e morte dos tecidos
Foi observado que plantas mais fracas, especialmente as que têm deficiências induzidas por problemas de raízes, são mais sujeitas a ao ataque de Pseudomonas
Você sabe a diferença dessas duas doenças?
A doença causa sintomas sobre as folhas, rosetas, frutos novos, ramos laterais e, ainda, ramos do ponteiro das plantas. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé e J.R. Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho.
Infecção é favorecida por condições de temperaturas baixas e umidade alta.
A região paulista teve precipitações de dezembro de 2016 abaixo da média, apontou o Boletim de Avisos Fitossanitários da Fundação Procafé.
A mancha aureolada, causada pela bactéria Pseudomonas syringae pv. garcae, tornou-se uma doença muito importante da cafeicultura, especialmente em algumas regiões, como o sul e o cerrado mineiro, além dos estados de São Paulo e Paraná. Por isso, a pesquisadora do Instituto Biológico de Campinas (SP), Flávia Rodrigues Alves Patrício, tem ministrado palestras com o intuito de difundir as informações e peculiaridades da doença por toda a comunidade cafeeira.
No início de janeiro, pesquisadores do Instituto Biológico (IB) - Flávia Patrício, Irene Almeida e Luís Beriam, com a parceria dos pesquisadores do Instituto Agronômico (IAC), Luiz Carlos Fazuoli e Masako Braghini, lançaram um comunicado técnico sobre a incidência da mancha aureolada e as formas de controle. O alerta é justificado devido ao ataque severo aos cafezais, sendo a doença constatada recentemente em diversas regiões, principalmente do Estado de São Paulo, do Cerrado e do Sul de Minas Gerais.
A mancha aureolada, causada pela bactéria <i>Pseudomonas syringae</i> pv. <i>garcae</i> tem-se tornado uma preocupação em lavouras em formação ou podadas, especialmente as situadas em regiões cafeeiras mais frias, de altitude, em faces expostas a ventos. Pesquisadores do Instituto Biológico (IB) e do Instituto Agronômico de Campinas (IAC) alertam para a ocorrência da doença em importantes regiões produtoras e para as dificuldades em reconhecê-la.
Uma doença pouco conhecida e muito favorecida pelo tempo chuvoso e de temperatura amena tirou o sono dos cafeicultores da região da Alta Mogiana, em São Paulo: a mancha aureolada. A doença ataca todas as partes da planta (ramos, flores, frutos e folhas), causando necrose e até a morte do pé de café. Segundo o agrônomo da Cooperativa de Cafeicultores e Agropecuaristas (Cocapec), Saulo Faleiros, a doença causou grandes perdas para os produtores de café da região.
O leitor do CaféPoint Erásio Júnior, produtor de café de Franca/SP, enviou um comentário ao artigo "Adversidades de clima prejudicam lavouras de café", comentando que devido à incidência de ventos e temperaturas baixas a noite, as lavouras estão vulneráveis à Mancha aureolada. Acesse, leia a carta na íntegra e saiba como prevenir a doença.
A poda sanitária, eliminando inóculo da bactéria Pseudomonas, pode auxiliar no controle da mancha aureolada em plantas de café
Quatro ocorrências são aqui destacadas: a floração desigual, a escaldadura da folhagem, a queda de frutos e o ataque da mancha aureolada. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
A bactéria causa a doença Mancha Aureolada em cafeeiros, atacando folhas, ramos e até frutos. Por José Braz Matiello e Saulo R. Almeida - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e J. Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos Fdas Sertãozinho.
A doença mancha aureolada, causada pela bactéria Pseudomonas seryngae pv. garcae, é problemática em ambientes úmidos e frios. Ocorrendo em lavouras no campo e viveiros. Por José Braz Matiello e Saulo R. Almeida - engenheiros agrônomos da Fundação Procafé e José Renato Dias e Lucas Franco - engenheiros agrônomos da Fazenda Sertãozinho
Uma das maiores preocupações dos cafeicultores atualmente são as bacterioses do cafeeiro, principalmente a mancha aureolada, doença que se espalha rapidamente causando grandes prejuízos em viveiros e no campo. Nos últimos meses a incidência do problema aumentou e já pode ser observado em várias regiões produtoras de Minas Gerais. Por Fabio Alvarenga, com participação do coordenador do INCT Café, Mário Lúcio Vilela de Resende.
Por José Braz Matiello, Rodrigo N. Paiva e Gabriel Lacerda Engs Agrs Fundação Procafé e Juliano de Carli e André Moraes Reis, Bolsistas Fundação Procafé.
Alta na umidade durante outono pode facilitar a proliferação de pragas e janela sem chuva nos próximos dias deve ser ideal para a prevenção na lavoura.
É comum confundir o ataque das doenças, pois os sintomas são parecidos. Mas é preciso ter certeza na identificação, uma vez que os tratamentos de controle são diferentes
Com o crescente problema de ataque de doenças e pragas nas lavouras de café, é cada vez mais importante desenvolver e adotar variedades de cafeeiros resistentes
Observações feitas em viveiro de mudas e em lavouras no campo mostram que existem materiais genéticos de café com boa resistência ao ataque de Pseudomonas
A Fundação Procafé realizará em maio de 2013, seus tradicionais Dias de Campo, na Fazenda Experimental de Boa Esperança (08 de maio) e na Fazenda Experimental de Varginha (22 e 23 de maio), ambas no Sul de Minas. Confira os detalhes.
Cafeeiros geisha, em diversos lotes cultivados na região Sul de Minas, vem apresentando baixas produtividades e baixo vigor, dificultando seu cultivo comercial