Centro de Comércio de Café de Vitória apoia a "Operação Torrefação"
Segundo o presidente do órgão, práticas comerciais e fiscais ilegais precisam ser combatidas.
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Segundo o presidente do órgão, práticas comerciais e fiscais ilegais precisam ser combatidas.
"O Código Florestal precisa ser atualizado para que o Brasil continue produzindo alimentos e preservando o meio ambiente. Não queremos autorização para desmatar. Queremos trabalhar na legalidade. Com segurança jurídica. A agropecuária brasileira tem potencial para multiplicar a produção de alimentos sem derrubar nenhuma árvore."
Segundo o chefe da Embrapa Monitoramento por Satélite, Evaristo Eduardo de Miranda, fora unidades de conservação e terras indígenas, sobram 29% da área total do Brasil para ocupação agrícola. "Cerca de 71% do território está legalmente destinado a minorias e a proteção e preservação ambiental, mas como mais de 50% desse total já está ocupado, configura-se um enorme divórcio entre a legitimidade e a legalidade do uso das terras", afirma.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, afirmou que o governo já está próximo de apresentar uma nova proposta para o Código Florestal, em trâmite no Congresso. "Estamos na reta final de consolidar uma proposta que seja convergente e de consenso", disse ela, após encontro com empresários paulistas, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
O relator do Projeto de Lei 1876/99, que reforma o Código Florestal (Lei 4.771/65), deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), anunciou ontem (29) as alterações que fará em seu parecer até a votação na comissão especial, que poderá ocorrer no dia 5 ou 6 de julho. O relator explicou que está recebendo e analisando sugestões de partidos políticos, entidades, pesquisadores e órgãos governamentais.
Com o fim das expectativas em torno de mudanças no novo Código Florestal e a entrada em vigor do texto agora definitivo, as atenções se voltam para as obrigações a que estarão sujeitos aqueles que desmataram ilegalmente áreas protegidas. As condições de retorno à legalidade serão reunidas nos Programas de Regularização Ambiental (PRAs) que deverão ser criados em até dois anos nos estados e no DF.
Documento tem como meta garantir a formalização e as boas condições de trabalho safrista na cafeicultura em Minas Gerais
Ministérios, Conselho Nacional do Café e entidades promoverão assinaturas no documento que terá efeito na colheita da safra atual
Mestre em Educação Arte e História da Cultura acredita que para o Brasil crescer precisa dobrar de tamanho, isto quer dizer, mais biosoluções, mais indústria, mais comércio, mais agroindústria e muito mais gastronomia e turismo agroecológico, além da bioeconomia nos biomas
O deputado Federal Evair de Melo (PV/ES) apresentou Projeto de Decreto legislativo (PDC) para sustar a Instrução Normativa n.º 7.
Frente à Relatório Café Amargo, entidade pede que cadeia produtiva se una para elaborar conteúdos para a divulgação da sustentabilidade em seu tripé econômico, ambiental e social.
Decisões produtivas são grandemente selecionadas pautando-se por variáveis econômicas, cujos pilares, ainda que vinculados a sistemas produtivos complexos, sustentam a impressão em que desponta o cenário de 'transição robusta' no Espírito Santo. No cenário global, a hipótese de passividade dos consumidores não revela o que de fato acontece nesse mercado e deveria ser descontinuada. Por Celso Vegro e Vera Francisco
Foi distribuída ontem no Supremo Tribunal Federal, em Brasília, Ação Direta de Inconstitucionalidade apresentada pela Sociedade Rural Brasileira (SRB), requerendo ao tribunal que dê uma interpretação aos artigos 16 e 44 do Código Florestal que não contrarie a Constituição Brasileira. Os artigos alvo da ação estabelecem as dimensões da Reserva Legal em cada propriedade e definem como ela deve ser protegida ou recomposta. Porém, os mesmos vêm sendo interpretados reiteradamente de forma a desafiar um princípio estabelecido pela Constituição, que proíbe a retroatividade de novas leis.
Miguel da Rocha Cavalcanti conversou com o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB SP), relator do novo Código Florestal Brasileiro. "O Brasil é um país que deve muito à sua agricultura e pecuária". "Eu defendo o interesse do agricultor brasileiro, não porque seja agricultor, mas por que o interesse do trabalhador está ai. Mais do que ninguém o trabalhador brasileiro precisa de alimento barato".
O novo Código Florestal reduz o quadro de insegurança jurídica no campo, um dos grandes problemas da agropecuária nacional. A avaliação é da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu.
Está marcada para hoje, dia 16 de março, uma audiência pública com o secretário de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Manuel Bertone, que virá ao Espírito Santo para discutir sobre o drawback do café. Os cafeicultores capixabas temem a importação do produto, por não conseguirem concorrer com países como o Vietnã, que não possui leis de amparo trabalhista, o que influencia na queda do preço da mão de obra, e consequentemente, nos custos de produção e no valor final do café. Além disso, as leis ambientais brasileiras contribuem para o encarecimento da produção.
Os cafeicultores brasileiros, especialmente os de arábica, experimentam um já longo ciclo de cotações próximas da insuficiência para cobrir seus custos com a atividade. Diversas comparações entre produtos (óleo diesel, salário mínimo, fertilizantes, etc..) sob períodos mais ou menos elásticos (desde o lançamento do real, na atual década, etc..) confirmam que os preços recebidos pelos cafeicultores foram aqueles que tiveram modesto crescimento. Essa constatação tem mobilizado os lobbies que se concentram na atividade em defesa corporativa de seus representados. Ecos desse movimento alcançam o setor público que, felizmente, não se eximiu em desenvolver políticas de apoio à lavoura cafeeira.
Nesta segunda-feira (30), o Governo do Estado e as organizações que representam os cafeicultores capixabas formalizaram um documento técnico que será entregue aos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), do Planejamento, da Fazenda e de Desenvolvimento Agrário (MDA), para reforçar a contrariedade às operações de importação de café verde pelo Brasil e posição conjunta favorável à construção de políticas públicas que sejam eficientes para todos os elos da cadeia produtiva do café brasileiro.
Desencantados com a atitude do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que parece cada vez menos disposto a cumprir a promessa de atualizar os índices de produtividade rural no País, os líderes do Movimento dos Sem-Terra (MST) planejam mudanças em suas táticas. Estudam a realização de uma jornada de ocupação de propriedades produtivas.
A Constituição Federal prevê que as cooperativas brasileiras recebam tratamento tributário específico, em virtude de sua natureza sócio-econômica. Essa prerrogativa legal muitas vezes é confundida com o oferecimento de benefícios indiscriminados a esse setor, em detrimento das demais formas de organização empresarial.
No momento em que estou escrevendo este artigo, está terminando de ser escrita mais uma página importante da vida democrática de nosso País, com a eleição do Presidente da República. Acima e além de propostas, o grande debate destas eleições foi em torno da Ética. E neste campo, o que dizer de nossas cooperativas?