Exportações de café de Uganda podem ser menores que o previsto
Em decorrência da seca, números podem ser 5% menores do que projetado pela indústria.
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Em decorrência da seca, números podem ser 5% menores do que projetado pela indústria.
O país assumiu a presidência da Organização Interafricana de Café em novembro de 2014.
Segundo reportagem da Bloomberg Business Week, o brasileiro Robério Silva, Diretor Executivo da OIC, comentou em conferência da semana passada em Uganda que as dificuldades na produção do grão por parte de países da América Latina seria uma oportunidade única para os africanos incrementarem o volume de suas ofertas.
Uma série de eventos internacionais do setor cafeeiro acontece no primeiro semestre deste ano. Saiba quais são os principais destaques da agenda.
As exportações de café de Uganda em julho aumentaram para seu maior nível nessa estação, à medida que os produtores liberaram os estoques para aproveitar os melhores preços, informou a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país (UCDA, sigla em inglês).
As exportações de café de Uganda estão enfrentando maiores custos de processamento e transporte devido aos maiores custos dos combustíveis no mercado local, disse a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país (UCDA). O conflito no Oriente Médio está aumentando os preços locais de combustíveis e aumentando os custos dos exportadores.
De 07 a 11 de Junho, foi realizado em Kampala - capital da Republica de Uganda - o 4º Workshop de cafés Robusta (Conilon) de alta qualidade. O evento teve como objetivo definir um método de avaliação de qualidade sensorial (degustação) para cafés da variedade Robusta. O evento é organizado pelo CQI -Coffee Quality Institute, uma organização ligada a SCAA - Specialty Coffee Association of America. O representante brasileiro no workshop foi o diretor de marketing da Conilon Brasil consultoria e projetos, Arthur Fiorott.
Uganda ocupa desde a última sexta-feira o primeiro lugar entre os principais países africanos produtores de café que abastecem o mercado europeu, graças à instalação de uma fábrica de torrefação e acondicionamento do café em Kampala, capital do país. De acordo com o diretor da Good African Coffee (sociedade nacional de produção de café no Uganda), Andrez Rugasira, a entidade possui uma capacidade de produção anual de três milhões de toneladas.
Os produtores e comerciantes de café da Uganda podem agora vender seu café fino online usando um sistema de portal da internet desenvolvido pelo Coffee Quality Institute, informou a Autoridade de Desenvolvimento de Café de Uganda (UCDA).
A contínua posição importante da Uganda na produção de café robusta está criando oportunidades enormes para o setor. O país foi escolhido para receber o Centro de Excelência de Café Robusta. O centro servirá como um estabelecimento de pesquisa que ajudará a apoiar esforços voltados a impulsionar a qualidade do cultivo comercial, o que capacitará a melhorar o desempenho do comércio mundial.
Produtores de café robusta estão planejando uma estratégia para aperfeiçoar os padrões de classificação em todo o mundo na tentativa de melhorar a qualidade e o valor desta variedade. A ação visa criar um sistema de classificação semelhante ao Q Coffee System, sistema reconhecido internacionalmente para classificar o café arábica.
O segundo maior produtor de café da África depois da Etiópia, Uganda, poderá plantar 300 milhões de mudas de café em três anos para se beneficiar da crescente demanda global pelo grão. O plano depende de garantir 107,8 bilhões de xelim (US$ 41,7 milhões) do financiamento para o programa em três anos até junho de 2016, disse a Autoridade de Desenvolvimento de Café, com sede em Kampala.
Enquanto Brasil investe em tecnologia para adequar-se às exigências europeias, países africanos pedem apoio na geração de dados para cumprir a nova lei
As autoridades do país destacam que planejam aumentar a produção para 20 milhões de sacas até 2030
Evento teve como objetivo aumentar e promover a conscientização sobre o café ugandês entre os importadores e consumidores turcos
Variedade robusta responde por cerca de 80% da safra do país africano
Instituições visam incorporar efetivamente jovens do país através de treinamentos e certificações, melhorando o setor cafeeiro
O país é esmagadoramente um consumidor de chá. No ano passado, Uganda consumiu apenas 3% do café produzido.
O projeto pretende aumentar a produtividade de café para 20.000 pequenos produtores em 22 distritos do país
Empresário de Uganda, maior país produtor de café do continente africano, está exportando cafés diretamente ao varejo de países desenvolvidos e pretende mostrar aos seus vizinhos que a África deve buscar renovar-se em sua postura ante o mercado global de commodities e alerta as nações 'doadoras' ocidentais para que desviem seus financiamentos para o setor privado do continente ao invés ter como destino os governos.
As exportações de café de Uganda provavelmente caíram 27% com relação ao ano anterior em maio, à medida que a prolongada estação de chuvas está atrasando a secagem dos grãos, disse a Autoridade de Desenvolvimento de Café do país.
As negociações para ter uma joint venture com empresas internacionais no mercado de café estão em andamento para agregar valor ao café de Uganda, disse o ministro de Estado para planejamento financeiro e desenvolvimento econômico do país, Fred Jachan Omach.
Durante o ano café 2007/08, 33 unidades 4C (propriedades agrícolas, cooperativas, beneficiadores e exportadores) com um potencial de produção de cerca de 4,5 milhões de sacas de café verde nos critérios 4C foram verificadas em 21 países. Esta soma representa cerca de 3,8% da produção mundial de café. Através dessas unidades 4C, cerca de 120 000 famílias já começaram a se beneficiar das melhorias contínuas.
A Uganda construirá sua primeira fábrica de café solúvel até o final deste ano após um acordo entre os governos de Uganda e Líbia. Segundo a Autoridade de Desenvolvimento do Café de Uganda (UCDA), os termos do acordo assinado em setembro passado obrigam o Governo de Uganda a fornecer a área para a planta bem como suporte técnico. A Líbia, através da Carteira de Investimentos da Líbia na África fornecerá o capital. Oficiais da UCDA disseram que a Líbia concordou em investir entre US$ 20 milhões e US$ 60 milhões dependendo do tipo de equipamento escolhido para a planta.