Setor cafeeiro da Colômbia economiza 850 milhões de litros de água por ano
Atualmente, mais de 30% das fazendas de café do país são ecológicas e mais de 50% estão em transição para esse perfil
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Atualmente, mais de 30% das fazendas de café do país são ecológicas e mais de 50% estão em transição para esse perfil
Tecnologia de remoção de resíduos para recirculação da água do processamento de café desenvolvida pelo Consórcio Pesquisa Café (Embrapa Café, Instituto Capixaba de Pesquisa e Extensão Rural - Incaper e pela Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais - Epamig) denominada Sistema de Limpeza de Águas Residuárias - SLAR é opção disponível para os cafeicultores de todos os portes para processamento de café com qualidade, sustentabilidade e, em especial, com economia de água.
O benefício direto da tecnologia para o produtor é a redução dos gastos com água na pós-colheita, que pode chegar a uma economia de 90% do consumo. A técnica consiste em um sistema de limpeza das águas residuais resultantes do processamento de frutos do cafeeiro.
Gerente-geral da Embrapa Café acredita que produtores tem procurado informações sobre as fases cronológicas mais precisas da planta.
Invenção de produtor de café realiza o trabalho de três pessoas e foi lançada na 9ª Semana Estadual de Ciência e Tecnologia (Espírito Santo), em estande do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Outro benefício do dispositivo tecnológico seria espalhar de maneira homogênea os grãos no terreiro, segundo o agricultor que o inventou.
<br>"Café só tem futuro se não depender de mão de obra". É sob esta premissa que a família Rosseto, dona de um sítio em Mandaguari-PR, investe na modernização do cultivo do café. Exemplo paranaense é facilmente percebido em diversas outras regiões cafeicultoras do país. Maior desafio no entanto está nas regiões montanhosas.
Maior produtividade, melhor qualidade dos frutos, bom preço e menor custo de colheita. É o que promete a técnica do estresse hídrico do café, que aumenta a produtividade em até 15% com um aproveitamento de grãos cereja de até 90% durante a colheita apenas reduzindo custos. Segundo Antônio Fernando Guerra, pesquisador da Embrapa Cerrados, palestrante da Fenicafé 2013, essa técnica é basicamente constituída da suspensão da irrigação em um período definido.
A safra curta desse ano ocasionou uma situação inusitada, em Varginha: a colheita noturna. Está sendo assim na propriedade do "seu" Hugo Dominguetti. Ele comprou uma colheitadeira, ano passado, e está trabalhando dobrado para pagar a máquina. O valor foi de quase R$ 500 mil.
Celso Moretti, presidente da Embrapa, e Eliseu Alves, ex-presidente e um dos fundadores da Embrapa, parabenizam os agricultores em carta aberta
Presidente da Embrapa aponta que a ciência moveu a agricultura nas últimas cinco décadas. Seguirá tendo papel central na modernização do agro e no aumento da capacidade de produção, competitiva e sustentável, da agricultura brasileira
Durante o Fórum da Cafeicultura Sustentável palestrantes debateram sobre como transformar a propriedade
Cada vez mais se ouve falar da sustentabilidade e das exigências que o produtor deve cumprir. Muitos produtores entendem estas práticas como exigências para beneficiar o meio ambiente, o consumidor, ou seja, um benefício "aos outros". Contudo, o grande beneficiário de se adotar as boas práticas de produção que levam à sustentabilidade é o próprio produtor rural e a sua propriedade.
Conheça uma nova maneira para facilitar o corte mecanizado na recepa das plantas adensadas, bem como o manejo dos resíduos cortados. Por José Braz Matiello - engenheiro agrônomo da Fundação Procafé.
Modelo foi desenvolvido pelo Instituto Federal do Sul de Minas - campus de Machado, com a função de descascar o café cereja sem o uso de água.
Para se ter sucesso na cafeicultura é imprescindível o planejamento da lavoura para seu melhor aproveitamento.
O gerente de qualidade e regulamentação, Edmund Kananura, disse que a UCDA está preocupada porque a Uganda é o segundo maior produtor de café da África e o 10º a nível mundial, mas 98% de seu café são exportados. Ele disse que o baixo consumo local da bebida poderia ser devido à percepção negativa que as pessoas do país têm com relação ao café, que ele disse que emana de informações erradas passadas aos consumidores com relação a riscos relacionados à saúde entre os consumidores.
Uma década e meia de avanços, desafios e, acima de tudo, conquistas para o agronegócio café. Hoje, o Consórcio Pesquisa Café reúne mais de 50 instituições no maior programa de pesquisa em café do mundo, coordenado pela Embrapa Café. Com visão de futuro e engajadas na pesquisa e no desenvolvimento da cafeicultura brasileira com competitividade e sustentabilidade, dez instituições de ensino, pesquisa e transferência de tecnologia uniram competências e conhecimentos, assinando o Termo de Constituição do Consórcio no dia 3 de março de 1997.
A Índia está dando a seus cafeicultores subsídios para a tecnologia verde usada na produção do grão. Todos ganham, à medida que isso não somente é bom para a conservação de recursos, mas também, o café é menos quimicamente impactado.
O crescente emprego de tecnologia pelos cafeicultores brasileiros tem aumentado a produtividade das lavouras e diminuído a diferença de rendimento entre safras de ciclo baixo e alto. Cultura com característica bienal, o café alterna anos de alta e de baixa produção.
Seminário liderado pelo empresário Guilherme Leal, co-presidente do conselho de administração da Natura e cotado para a vaga de candidato a vice-presidente na chapa da senadora Marina Silva (PV-AC), será realizado amanhã (13) em Brasília, para tentar um acordo entre ruralistas e ambientalistas sobre a reforma da legislação ambiental e as alternativas de longo prazo para o agronegócio no país.