Brasil: consumo de cápsulas deve aumentar mais de 100% até 2019
O segmento apresenta tendência entre o público jovem das grandes metrópoles.
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O segmento apresenta tendência entre o público jovem das grandes metrópoles.
Recentemente foi observada a ocorrência de mancha manteigosa em cafeeiro da cultivar arara, chamando a atenção pois é uma doença típica de cafeeiros robusta
Entre agosto de 2010 e julho de 2011, a Amazônia perdeu 6.238 quilômetros quadrados (km<sup>2</sup>) de floresta. É a menor taxa anual de desmate registrada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), desde o início do levantamento, em 1988. O número é calculado pelo Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amazônia Legal (Prodes), que utiliza satélites para observação das áreas que sofreram desmatamento total, o chamando corte raso.
A violência em Jirau acabou chamando menos a atenção do que merecia. Em meio aos terremotos no Japão e à crise na Líbia, sobrou pouco espaço para esse assunto nos jornais. E olha que pautas não faltam: Jirau é muito mais do que energia elétrica. Sua construção reflete um projeto estratégico para a região amazônica. Da mesma maneira, o deslocamento de milhares de trabalhadores para a região impõe questões inquietantes.
Em nosso primeiro artigo do ano passado, abordamos a questão do uso do solo no Brasil, chamando a atenção para a falta de planejamento. Infelizmente, a pauta segue atual; pior, tememos que assim sigam as coisas pelos próximos anos. É triste ver a sucessão de erros, descaso e mortes que vem sacudido diversos pontos do território brasileiro. Pior é termos a sensação de que provavelmente levará muito tempo até que essa pauta perca a dramaticidade dos dias atuais.
O Instituto Federal do Sul de Minas (IF) - Campus Muzambinho promove na próxima semana, de 04 a 08 de outubro, a I Semana Técnica Integrada das Ciências Agrárias. A semana terá como objetivo a atualização e o debate integrado de temas da atualidade, chamando a atenção dos participantes para uma visão crítica e reflexiva sobre os princípios e tecnologias disponíveis para um cultivo racional e eficiente. Não é necessário inscrição.
O ano mal começou e tristes eventos nos obrigam a refletir acerca de um problema nacional bastante antigo. As chuvas torrenciais no Sudeste brasileiro, e as cenas de destruição vêm chamando a atenção de todos nos últimos dias. Em meio a uma sucessão de histórias dramáticas, é impossível não se perguntar: por que a impressão é a de que esse tipo de evento está acontecendo com frequência cada vez maior?
A Bunge está terminado seu trabalho de reestruturação administrativa nas operações brasileiras que vem chamando mais atenção do mercado após a a contratação de executivos como Gilberto Tomazoni (ex-Sadia) e Paulo Diniz (ex-Cosan). Com as mudanças em curso, a holding Bunge Brasil, hoje pouco mais do que uma consolidadora contábil dos resultados das divisões Bunge Alimentos e Bunge Fertilizantes, será revigorada e passará a ter funções executivas. A holding deve ser presidida por Pedro Parente que deverá assumir o cargo já nos próximos dias.
O crescente interesse de estrangeiros por terras brasileiras vem chamando a atenção de estudiosos que tentam explicar esse fenômeno e traçam as possíveis consequências desse cenário. Para o professor vietnamita Dung Nguyen, da Universidade de Pittsburgh, a valorização dos preços das terras para agricultura no Brasil está relacionada a vários fatores, e um dos mais importantes foi o aumento dos preços das commodities agrícolas.
Os desafios da cafeicultura de montanha têm exigido dos cafeicultores persistência e criatividade para encontrar soluções que facilitem os tratos culturais e permitam a redução dos custos de produção. Desde abril de 2010, produtores, pesquisadores, técnicos e consultores debatem o terraceamento das montanhas onde se cultiva café, como alternativa para facilitar os tratos culturais que oneram a atividade. Para ampliar este debate, foi articulada entre os membros da rede social Peabirus uma visita técnica à fazenda Recreio, nesta sexta-feira (15), em São Sebastião da Grama (SP).
Se conseguir chegar à direção-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em inglês), o brasileiro José Graziano da Silva vai trabalhar para ajudar as autoridades internacionais a estabelecer uma regulação no mercado global de commodities, profundamente afetado pela inflação nos últimos meses com a disparada dos preços dos alimentos.
O presidente da França, Nicolas Sarkozy, disse nesta segunda-feira (24), em discurso sobre as metas do G-20, que as maiores economias do mundo precisam combinar novas medidas para conter a volatilidade nos mercados de commodities ou correr o risco de revoltas populares contra os preços de alimentos.
A crise da cafeicultura e o endividamento dos produtores foram a tônica da reunião promovida pelo Conselho Nacional do Café (CNC), na Cooparaíso, em São Sebastião do Paraíso, no dia 1º de fevereiro. Em meio ao debate sobre a necessidade de um conjunto de medidas para a sobrevivência da cafeicultura, o gerente executivo do Polo de Excelência do Café (PEC/Café), Edinaldo José Abrahão, apresentou ações para a inovação tecnológica visando o fortalecimento do setor.
Há inúmeros assuntos mais importantes para ocupar nossa atenção do que a quantidade de café robusta usada pela indústria. A própria relação entre a indústria e os cafeicultores oferece pontos mais interessantes a serem discutidos, e que poderiam assegurar ganhos concretos a todos. Infelizmente, não será o embate entre os elos da cadeia ou o estabelecimento de um rótulo o que responderá aos anseios de milhões de cafeicultores nos dias atuais.
Nosso último artigo abordou um tema que passou praticamente despercebido do grande público. Falamos dos recentes cortes no orçamento destinado à pesquisa no Brasil, assim como de outras novidades, igualmente vinculadas ao clima de crise, que afetam a produção de conhecimento. Apesar de a capacidade de debate ainda estar enferrujada em nosso país, defender posições é um exercício saudável e deve constituir a rotina.
Dois dias depois de dizer que o Ministério Público age como "braço jurídico" das ONGs ambientalistas, o deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) alvejou o Ministério do Meio Ambiente, chamando-o de "meio governo" e "organização paraestatal". As críticas vêm a propósito das posições dos dois órgãos sobre o Código Florestal.
Bruno Miranda segue o debate proposto em seu último artigo, chamando a atenção para uma realidade que dificulta a propagação dos 'melhores exemplos' na cafeicultura: para milhares de produtores, falta ainda o básico em termos de gestão.
Enquanto Brasil investe em tecnologia para adequar-se às exigências europeias, países africanos pedem apoio na geração de dados para cumprir a nova lei
Último biênio foi desafiador para os cafeicultores, principalmente pelas condições climáticas adversas que as propriedades tiveram que superar
Especialista ressalta o foco das agrotechs brasileiras nas demandas globais e enfatiza sua importância na transformação do setor agropecuário
Dados divulgados pela Safras & Mercado são baseados em sondagens junto a cooperativas, produtores, tradings, entre outras fontes
Nos últimos anos, a seca de ramos tem se tornado um problema comum em lavouras de diversas regiões do país, o que vem chamando a atenção de muitos produtores e pesquisadores sobre causas e as principais medidas para evitar este problema.
Marcelo Fraga Moreira realiza análise semanal dos preços do café e sugere aos produtores a não comprometer mais do que 75% da sua produção até junho/julho-2021
Léo Custódio destaca que todo tipo de colheita sendo ela seletiva manual, seletiva mecanizada ou convencional, o sucesso na qualidade vai depender de uma boa secagem no pós-colheita