Um novo robusta
Fazendas do Espírito Santo mostram que é possível produzir conilon com qualidades sensoriais desde 2003. Veja essa descoberta de um novo robusta.
48 resultados para "atraentes"
Fazendas do Espírito Santo mostram que é possível produzir conilon com qualidades sensoriais desde 2003. Veja essa descoberta de um novo robusta.
Na safra 2012/2013, o preço da saca de 60 quilos do café arábica foi comercializado, em média, a R$ 340,83, cotação 24% inferior à registrada na safra 2011/2012, gerando uma perda de R$ 105 por saca. Em junho, valor médio do grão ficou 7% abaixo do preço mínimo. Informações são de boletim elaborado pela CNA.
Os diferenciais de preço para o café brasileiro ficaram firmes novamente no mercado físico europeu nesta semana, com as preocupações de que o tempo adverso afete a colheita no maior país produtor mundial da commodity, disseram traders na última sexta-feira (13).
A atual divergência de preços entre os mercados de café arábica e robusta deve ser revertida e não se sustentará na próxima temporada, afirmou o Rabobank em relatório nesta quinta-feira, citando a grande quantidade de posições especulativas transitórias em ambos mercados e mudanças no lado da oferta.
A conjunção entre fatores climáticos, aquecimento do mercado interno e crescimento da demanda internacional por alimentos criou um cenário bastante favorável para a forte valorização dos preços domésticos ao longo do ano. Soma-se a esses fatores a desvalorização do dólar no âmbito internacional, fato que deixa as commodities agrícolas mais atraentes para os fundos e criam um cenário de maior volatilidade. Os principais destaques ficam por conta da soja e do café, que tiveram uma trajetória ascendente ininterrupta ao longo de todo o segundo semestre de 2010.
Os preços do café arábica encerraram essa quarta-feira (01) em alta nos mercados futuros e em queda no físico. Em Nova York, o primeiro vencimento, dezembro/10, teve anta de 235 pontos, fechando a 203,30 centavos de dólar por libra-peso. De acordo com analistas ouvidos pela agência Dow Jones, o movimento se deveu à desvalorização do dólar, que tornou os produtos americanos mais atraentes. No mercado físico as cotações ficaram praticamente estáveis em todas as regiões.
A tendência é que o mercado de café oscile numa faixa entre US$ 2,40 e US$ 2,70 até a florada da nova safra brasileira. No país, o indicador Cepea/Esalq subiu 2,48%, para R$ 478,10 por saca.
Após quatro dias consecutivos de alta e registro da máxima para as cotações em 34 anos na Bolsa de Nova York, as cotações recuaram fortemente nesta quarta-feira (04). Já era esperado que após fortes altas o mercado se ajustaria. No mercado interno a saca de 60 quilos do café arábica foi cotada a R$ 540,31, com forte desvalorização de R$ 14,88 segundo o indicador Cepea/Esalq.
O cafeicultor que durante o último período de dificuldades do setor deixou de investir em tratos culturais, agora não está conseguindo aproveitar o bom momento da atividade, cujos preços são considerados remuneradores.
A Sara Lee Corp. está dando prosseguimento aos planos de desmembrar suas operações de carnes e café em duas empresas separadas, depois de ter rejeitado a oferta de compra anunciada pela brasileira JBS SA no mês passado.
A chuva que já caiu na região do cerrado baiano nesta safra - e que em alguns pontos ultrapassou os 600 mm - animou os produtores da região, principalmente os que cultivam café. A expectativa é produzir 36.585 toneladas em 2009-2010, ultrapassando em 6,67% o resultado da safra passada.
O artigo de Rodrigo Cascalles, do Instituto Imaflora, aborda a questão do grande desafio da certificação: não perder o propósito maior desse mecanismo. Quando o produtor busca os atraentes prêmios recebidos pelos cafés <i>Rainforest Alliance Certified TM</i> para outro fim que não seja usá-lo em prol da sociedade e do meio ambiente, a lógica se perde na ganância de mercado.
Apesar do desafio, exportações podem superar a marca de 40 milhões de sacas na temporada 2024/25
Grandes produtores de canéfora, os dois países registraram crescimento na importação de café brasileiro em 2023
Analista dos preços do mercado cafeeiro alerta produtores a travarem as vendas futuras do café e aguardarem como será o inverno e o início da colheita
De acordo com informações, país deve registrar um aumento de 6% na produção total de café no ano comercial de 2023/2024
Quando nos aproximamos da realidade, nos damos conta que há muitos desafios pela frente, tanto para produtores, quanto para o Estado e governos
"Hora de desapegar dos preços, virar a chave e mudar o foco!"
Projeto de Lei para regulamentar geração em pequena escala aguarda aprovação do Senado
Marcelo Fraga reflete sobre as consequências das geadas nas lavouras brasileiras e a expectativa para a safra cafeeira do ano que vem
O crescente consumo de café pelos japoneses levou o Mc Donald's à decisão de abrir uma rede de cafeterias no Japão com preços mais atraentes que os da concorrência. A idéia é atrair as pessoas para cafés informais rápidos atendendo a diversos públicos diferentes, inclusive as famílias.
Apesar de praticamente concluída a colheita, a comercialização de café segue em ritmo lento, como estratégia para conseguir preços mais atraentes. Mas a expectativa é que isso só ocorra a partir de fevereiro do ano que vem, época de entressafra nos principais países exportadores.
O Brasil é o maior produtor mundial de café e, no processo, a sacaria de juta é muito utilizada para guardar os grãos verdes, já que não transfere sabor nem odor, faz o controle da umidade e minimiza a proliferação de fungos
A cafeicultura brasileira passou por um boom de tecnologia, inovação, qualidade e sustentabilidade nos últimos 10 anos